20 agosto 2026

Inscrições abertas para aulas e palestras sobre produção científica

O Portal de Periódicos disponibilizará, na última semana de agosto, uma nova série de capacitações virtuais voltadas à comunidade acadêmica e científica. As atividades integram o ciclo Fronteiras do Saber e contam com a participação de especialistas e pesquisadores de renomadas instituições do país. A programação foi elaborada para capacitar docentes, estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores e profissionais interessados no aprimoramento da produção científica e da comunicação acadêmica. Todas as atividades são gratuitas. Para participar, os interessados devem acessar o Portal de Periódicos, realizar o cadastro (ou efetuar o login) e navegar até a área de Treinamentos para selecionar o evento desejado e confirmar a inscrição. A confirmação e o link direto para a transmissão no ambiente virtual serão enviados para o e-mail cadastrado pelo usuário.   Fonte: CAPES – 20/08/26    

Programação das palestras:

24 de agosto - Período noturno
Tema: Escrita científica e estratégias de internacionalização da pesquisa na era da IA
Palestrante: Jaime Aparecido Cury (Unicamp)

26 de agosto - Período noturno
Tema: Indicadores bibliométricos e avaliação da produção científica
Palestrante: Sônia Elisa Caregnato (UFRGS)

28 de agosto - Período vespertino
Tema: EndNote: gestão inteligente de referências
Palestrante: Deborah Dias (Clarivate)

Treinamentos do Portal de Periódicos da CAPES


Produção científica garante posição de destaque à USP em rankings internacionais

Edições de 2026 das classificações de Xangai e de Taiwan evidenciam o impacto e o alto volume de artigos acadêmicos da Universidade. A USP manteve sua presença entre as melhores instituições de ensino superior do mundo nas edições de 2026 de dois importantes levantamentos globais: o Academic Ranking of World Universities (ARWU) e o NTU Performance Ranking of Scientific Papers for World Universities. A metodologia prioriza três aspectos específicos: a excelência (com peso de 40%), o impacto (35%) e a produtividade das pesquisas (25%). O estudo analisa a frequência de citações e o número de artigos veiculados nos periódicos de maior prestígio científico, considerando tanto o ano corrente quanto o acumulado de 11 anos. No recorte por áreas do conhecimento da avaliação taiwanesa, o grande destaque da instituição foi o campo das Ciências Agrárias, que conquistou a 14ª colocação global, apontando para um resultado que consolida a vocação científica e o impacto do trabalho desenvolvido pela Universidade na inovação e na sustentabilidade do setor agropecuário brasileiro.   Saiba mais.   Fonte: ABCD-USP – 20/08/26

Avaliação da pós-graduação mede qualidade, impacto científico e formação de pesquisadores

O objetivo da Avaliação da Pós-Graduação é verificar a qualidade da formação oferecida, a relevância das pesquisas desenvolvidas e o impacto que elas geram dentro e fora da academia. Realizado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES/MEC), o processo examina periodicamente o desempenho de cursos de mestrado e doutorado oferecidos por instituições de ensino superior. A análise considera um conjunto de indicadores que vai além da produção científica. Entre os aspectos avaliados estão a qualificação do corpo docente, a formação de mestres e doutores, a qualidade das dissertações e teses, o impacto das pesquisas na sociedade, as ações de internacionalização e a capacidade do programa de contribuir para o avanço do conhecimento. Com base nesses critérios, cada programa recebe uma nota em uma escala que varia de 1 a 7. Os resultados da avaliação têm impacto direto no sistema de pós-graduação. Além de servirem como referência para estudantes e pesquisadores, eles influenciam a distribuição de bolsas, o financiamento de projetos e a definição de políticas voltadas ao fortalecimento da pesquisa científica.  Saiba mais.   Fonte: CAPES – 17/08/26 

28 julho 2026

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Local: Anfiteatro Admar Cervellini – CENA


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Programação defesas e exames de qualificação - agosto 2026

05/08/2026 – 9h
Anfiteatro "Prof. Epaminondas S. B. Ferraz"
Defesa de Dissertação
Discente: Gabriely Santos de Oliveira
Orientador: Prof. Diego Mauricio Riaño-Pachón
Título: "Montagem em escala cromossômica e anotação do genoma poliplóide da cana-de-açúcar SP80-3280"
 
06/08/2026 – 9h
Anfiteatro "Prof. Epaminondas S. B. Ferraz"
Exame de Qualificação - Mestrado
Discente: Ian Lastoria Fischer
Orientador: Prof. Luiz Antonio Martinelli
Título: "Testando o modelo Craig–Gordon em madeiras de espécies tropicais: influência intra e interespecífica na composição isotópica do oxigênio"
 
07/08/2026 – 9h
Anfiteatro "Prof. Epaminondas S. B. Ferraz"
Defesa de Dissertação
Discente: Bubacar Baldé
Orientador: Prof. Cassio Hamilton Abreu-Junior
Título: "Doses de 15N-fertilizante em cana-energia sob condição de irrigação e sequeiro: recuperação do N e produtividade da cultura" 

Finalistas da 3ª edição do prêmio Jabuti Acadêmico

Ciências Agrárias e Ciências Ambientais
Título: Saúde do solo em ecossistemas tropicais: a base para mitigação e adaptação às mudanças climáticas | Autores: Carlos Eduardo Pellegrino Cerri, Carlos Roberto Pinheiro Junior, Lucas Pecci Canisares, Maurício Roberto Cherubin | Editora: Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq)

Ciência de Alimentos e Nutrição

Título: Plantas na cozinha medicinal: guia descritivo e ilustrado com receitas de Panc e outras espécies | Autores: Ana Carolina Fronza Bignotto, Angélica Pereira Guimarães, Flávio Boldrin, Lindolpho Capellari Junior, Marcia Hespanhol Buriola, Marisa Helena Covolan Boldrin, Nair Sizuka Nobuyasu Guimarães | Editora: Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq)
Fonte: Estadão - 28/07/26

27 julho 2026

A escola que ajudou a moldar o campo brasileiro chega aos 125 anos

Antes de existir a Universidade de São Paulo, antes da mecanização do campo e muito antes de o agronegócio se tornar um dos principais motores da economia brasileira, um projeto nascido em uma fazenda de Piracicaba já apostava que ciência e agricultura precisariam caminhar juntas. Cento e vinte e cinco anos depois, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da USP carrega uma marca rara entre as instituições brasileiras: a capacidade de atravessar gerações sem perder a capacidade de se reinventar. Sua história começou décadas antes da inauguração oficial, em 3 de junho de 1901. Filho dos Barões de Limeira e formado nas escolas de agricultura de Grignon, na França, e de Zurique, na Suíça, Luiz Vicente de Souza Queiroz acreditava que o futuro do Brasil passaria pelo conhecimento. Em 1889, transformou esse ideal em um projeto concreto ao adquirir a Fazenda São João da Montanha, em Piracicaba, onde pretendia construir uma escola agrícola inspirada nos modelos europeus e norte-americanos.  Saiba mais.   
Fonte: Jornal da USP – 25/07/26

24 julho 2026

Estudo de Oxford mostra que quanto mais simpática a IA é, maior a chance das respostas serem erradas

Usuários de inteligência artificial podem estar recebendo respostas mais elogiosas do que precisas. Um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, identificou que quanto mais calorosos e simpáticos são os robôs, maior é o risco de eles apresentarem informações erradas. O fenômeno é chamado por pesquisadores de AI sycophancy — ou, em tradução livre, “bajulação da inteligência artificial”. A equipe da pesquisadora palestina Lujain Ibrahim, da Universidade de Oxford, analisou 400 mil respostas de diferentes sistemas de inteligência artificial. Segundo o estudo, os robôs mais calorosos têm 30% mais risco de dar respostas erradas aos usuários. Ela explica que existe uma tendência de a inteligência artificial dizer aquilo que as pessoas querem ouvir, em vez de apresentar necessariamente a resposta mais verdadeira.   Saiba mais.   Fonte G1 – 24/07/26

O Brasil tem tudo para ser um provedor mundial de infraestrutura para IA

Já é possível perceber mudanças importantes na atual disputa pelo domínio da inteligência artificial, e o que se nota é o predomínio de poucas empresas que apresentam desenvoltura e competência para se manter na dianteira. Está também evidente que essas empresas – Nvidia, OpenAI, Google, Anthropic, Microsoft, DeepSeek, Tencent, Huawei – são ou estadunidenses ou chinesas. Pouco se fala da Europa ou de outros países asiáticos nessa vanguarda. Essas empresas estão nas áreas de ponta, como produção de chips com capacidades gigantescas de processamento ou de modelos e de software para que se possa usar a IA. Se surgirem novas empresas, certamente serão dos mesmos países – Estados Unidos ou China. Isto por que é uma atividade que demanda profissionais que hoje não estão sendo formados nem no nível e nem com a habilidade necessária em outros países. A carência de profissionais com formação especializada é uma das razões pelas quais o Brasil não pode avançar neste segmento como um desenvolvedor na linha das empresas acima mencionadas. Mas temos que tomar muito cuidado, por que a carência de profissionais também poderá nos impedir de nos tornarmos grandes usuários de IA.   Saiba mais.   Fonte: Jornal da USP – 23/07/26

23 julho 2026

Pressão por produtividade favorece crescimento do mercado de periódicos predatórios

“Seu artigo foi selecionado”, “Publicação em 48 horas”, “Submeta agora”. Se você é pesquisador, sua caixa de e-mails provavelmente está inundada por convites insistentes como esses. O que parece um reconhecimento do seu trabalho, no entanto, costuma ser o primeiro contato com um mercado em franca expansão: o dos periódicos predatórios, ou seja, aqueles que não realizam a devida revisão por pares dos artigos científicos. O fenômeno foi detalhado no mapeamento publicado em artigo no periódico internacional Scientometrics, e coincide com a chegada do engenheiro de computação Fábio Manoel França Lobato ao Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos. A ideia de investigar o ecossistema das revistas predatórias nasceu da experiência do professor Lobato. Quando ainda estava no mestrado, na Universidade Federal do Oeste do Pará, em Santarém, ele acabou, por desconhecimento do problema, publicando em uma dessas revistas predatórias. Anos depois, quando já era professor na mesma universidade, percebeu, ao assumir a Coordenação de Projetos de Pesquisa, que o problema não era isolado e que muitos colegas estavam caindo na mesma armadilha. “A gente se perguntou: ‘Como está isso no Brasil todo’?”, lembra.   Saiba mais.   Fonte: Jornal da USP – 23/07/26

Assessoria de Comunicação do CENA fortalece parcerias estratégicas com o Jornal da USP e a Rádio USP

Seguimos fortalecendo a visibilidade institucional, construindo parcerias estratégicas voltadas à valorização e à divulgação da ciência produzida na Unidade. Na última quarta-feira (22), Renata Letícia Fini e Denise Casatti, da Assessoria de Comunicação do CENA, realizaram uma visita institucional ao Jornal da USP e à Rádio USP, conhecendo de perto o funcionamento dos principais veículos oficiais de comunicação da Universidade de São Paulo, estreitando relações e construindo novas oportunidades de cooperação da visibilidade das pesquisas, projetos e ações desenvolvidas pelo CENA. Visitamos a redação do Jornal da USP, recepcionadas por Thaís Helena dos Santos, editora visual e de conteúdo que atua no desenvolvimento de projetos editoriais e na comunicação institucional do jornal. Conhecemos os processos de produção jornalística, os fluxos editoriais e as possibilidades de divulgação das pesquisas. Em seguida, a visita prosseguiu na Rádio USP, recepcionadas por Márcia Avanza, diretora da Rádio USP, e por Verônica Poli, coordenadora das redes sociais da USP Oficial. da Assessoria de Comunicação em ampliar os espaços de divulgação científica e valorizar nossa excelência.  
Saiba mais.   Fonte: Instagram CENA – 22/07/26

Um novo capítulo para a Scientia Agricola: meu primeiro editorial como Editor-Chefe

Este Editorial marca o início de uma nova fase para o periódico, fundamentada em três princípios norteadores:

🌍 Integração – Os desafios agrícolas modernos já não se enquadram nas fronteiras disciplinares tradicionais. A Scientia Agricola está adotando uma estrutura editorial baseada em sistemas, que reflete melhor a natureza interconectada da ciência agrícola — desde processos do solo e das plantas até resiliência climática, agricultura digital, segurança alimentar e produção sustentável.
🔬 Qualidade Científica – Estamos fortalecendo os padrões editoriais ao priorizar manuscritos que ofereçam avanços conceituais e metodológicos genuínos, ao mesmo tempo em que aprimoramos a eficiência editorial e mantemos nosso compromisso com o Acesso Aberto e os princípios da Ciência Aberta.
🌎 Relevância Global – Nossa ambição é consolidar ainda mais a Scientia Agricola como um fórum internacional para pesquisas de alto impacto que abordem os grandes desafios da agricultura, incluindo mudanças climáticas, eficiência no uso de recursos, segurança alimentar, transformação digital e agroecossistemas sustentáveis.

Essa transformação não seria possível sem a dedicação de nossos Editores Associados, revisores, Conselho Consultivo Editorial, autores, leitores e da excelente equipe editorial, cujo comprometimento é essencial para a excelência contínua do periódico. Convido calorosamente a comunidade científica a se juntar a nós nesta nova etapa, submetendo suas melhores pesquisas, atuando como revisores, citando artigos relevantes publicados na Scientia Agricola e ajudando-nos a fortalecer a visibilidade internacional e o impacto científico do periódico.  
Texto do Prof. José Lavres Junior (CENA-USP)

Toxina de cianobactérias aquáticas pode prejudicar a saúde por consumo de água e peixe

Pesquisa publicada em março no periódico Environmental Science & Technology mostrou que a guanitoxina, toxina liberada por cianobactérias, é muito prejudicial à saúde de peixes, com riscos para todos os animais, inclusive humanos, e pode representar um risco ambiental maior do que se imaginava, especialmente quando se mistura com pesticidas sintéticos presentes no ambiente. Cianobactérias são organismos unicelulares que fazem fotossíntese, desempenham um papel crucial nos processos ecológicos e têm aplicações nas indústrias farmacêutica e alimentícia. No entanto, os fertilizantes utilizados na agricultura e levados para os rios, lagos e represas através da água das chuvas provoca um aumento exagerado em ambiente aquático desses organismos que produzem a guanitoxina, composto químico muito tóxico da mesma família dos inseticidas organofosforados sintéticos usados nas plantações.  “Apesar de seu conhecido potencial tóxico e por já ter sido detectada no Brasil, em Pernambuco, ela ainda é pouco estudada, especialmente em comparação com outros compostos com o mesmo mecanismo de ação, como os inseticidas organofosforados, amplamente utilizados”, conta Larissa Souza Passos, bióloga do Laboratório de Biogeoquímica Ambiental do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da USP (CENA-USP).   Saiba mais.   Fonte: Agência FAPESP – 23/07/26

22 julho 2026

Principais rankings de Educação e Ciência de 2026

O Reseach.com é uma plataforma acadêmica e portal educacional voltado para cientistas, estudantes e instituições de pesquisa. Ele é amplamente conhecido por seus
rankings científicos baseados em métricas transparentes—como o índice h e o número de citações — além de oferecer guias detalhados sobre carreiras acadêmicas e programas de graduação e pós-graduação.
Principais funcionalidades:
  • Rankings de Pesquisadores: Avalia e lista os melhores cientistas do mundo em dezenas de disciplinas acadêmicas (como Medicina, Computação, Engenharia e Humanidades). Os dados são baseados na reputação, número de publicações e impacto de cada autor.
  • Rankings de Universidades: Classifica as principais instituições de ensino superior globais e locais, focando tanto no desempenho científico quanto no custo e retorno para o estudante.
Como funcionam os rankings da plataforma?
A metodologia do portal utiliza dados bibliométricos consolidados de fontes como OpenAlex e CrossRef. O ranqueamento é estruturado principalmente em torno do índice D-index (uma versão do índice h focada nas publicações da disciplina específica) e no volume de citações dos trabalhos dos acadêmicos. Confira em https://research.com/rankings.   
Fonte: Google Gemini – 22/07/26