21 agosto 2026

Inscrições abertas para aulas e palestras sobre produção científica

O Portal de Periódicos disponibilizará, na última semana de agosto, uma nova série de capacitações virtuais voltadas à comunidade acadêmica e científica. A programação foi elaborada para capacitar docentes, estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores e profissionais interessados no aprimoramento da produção científica e da comunicação acadêmica. Todas as atividades são gratuitas. Para participar, os interessados devem acessar o Portal de Periódicos, realizar o cadastro (ou efetuar o login) e navegar até a área de Treinamentos para selecionar o evento desejado e confirmar a inscrição. A confirmação e o link direto para a transmissão no ambiente virtual serão enviados para o e-mail cadastrado pelo usuário.   Fonte: CAPES – 20/08/26    

Programação das palestras:

24 de agosto - Período noturno - 19h
Tema: Escrita científica e estratégias de internacionalização da pesquisa na era da IA
Palestrante: Jaime Aparecido Cury (Unicamp)

26 de agosto - Período noturno - 19h
Tema: Indicadores bibliométricos e avaliação da produção científica
Palestrante: Sônia Elisa Caregnato (UFRGS)

28 de agosto - Período vespertino - 14h
Tema: EndNote: gestão inteligente de referências
Palestrante: Deborah Dias (Clarivate)

Treinamentos do Portal de Periódicos da CAPES


Coleção JSTOR disponível na USP

JSTOR é uma biblioteca digital de revistas acadêmicas, livros e fontes primárias. JSTOR” significa “Journal Storage”. Fundada em 1995, a JSTOR agora contém edições anteriores digitalizadas de aproximadamente 2.000 periódicos acadêmicos de cerca de 900 editoras padrão em cerca de 50 disciplinas. As Coleções JSTOR abrangem diversas áreas de conhecimento. A missão da JSTOR é melhorar o acesso ao conhecimento e à educação para pessoas ao redor do mundo. A USP possui algumas coleções, enquanto a Capes assina outras coleções. As Coleções assinadas pela Capes são: Arts & Sciences I e III, Mathematics & Statistics. As Coleções assinadas pela USP são: Arts and Sciences II, IV, V, VII, VIII, IX, X, XI, XII, XIII, XIV, XV, Business and Economics, Ecology & Botany I e II, Life Sciences e Global Plants. O acesso aos textos completos está condicionado à assinatura dos títulos das revistas e deverá ser realizado via IP de computador autorizado USP ou por conexão remota VPN.   Saiba mais.   Fonte: ABCD-USP – 21/08/26

Acordos CAPES para publicação em acesso aberto sem custos

Os acordos de Leitura e Publicação de artigos (Read and Publish Agreements – termo em inglês), também chamados de Acordos Transformativos, são uma inovação nos modelos de contratação entre instituições e editoras científicas, projetados para facilitar a transição do acesso por assinatura ao modelo de acesso aberto (Open Access). A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) publicou em 30 de abril de 2024, a Portaria n° 120/2024, que define as regras de pagamento de Taxas de Processamento de Artigo (Article Processing Charges – APC, sigla em inglês) para publicações em acesso aberto. O pagamento das taxas de processamento para publicação dos artigos científicos de autores brasileiros acontece a partir de contratos assinados pela Capes com editoras científicas internacionais e autores com vínculo com a Universidade de São Paulo são elegíveis, desde atendam aos requisitos estabelecidos.   Saiba mais.   Fonte: ABCD-USP – 21/08/26

Pressão por produtividade favorece crescimento do mercado de periódicos predatórios

“Seu artigo foi selecionado”, “Publicação em 48 horas”, “Submeta agora”. Se você é pesquisador, sua caixa de e-mails provavelmente está inundada por convites insistentes como esses. O que parece um reconhecimento do seu trabalho, no entanto, costuma ser o primeiro contato com um mercado em franca expansão: o dos periódicos predatórios, ou seja, aqueles que não realizam a devida revisão por pares dos artigos científicos. O fenômeno foi detalhado no mapeamento publicado em artigo no periódico internacional Scientometrics, e coincide com a chegada do engenheiro de computação Fábio Manoel França Lobato ao Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos.   Saiba mais.   Fonte: ABCD-USP – 21/08/26

Nova edição do “Anuário Estatístico da USP” apresenta um panorama da Universidade

A USP disponibilizou a nova edição do Anuário Estatístico, publicação que reúne indicadores sobre ensino, pesquisa, extensão, internacionalização, orçamento e diversos outros aspectos da instituição. Mais do que um conjunto de números, o Anuário oferece um panorama da Universidade e contribui para a transparência e o planejamento institucional. Para falar sobre a importância desse material e os principais destaques da edição mais recente, a convidada é a coordenadora do Escritório de Gestão de Indicadores de Desempenho Acadêmico (Egida) da USP, Renata Ferretti Rebustini. “O Anuário Estatístico é um retrato abrangente da Universidade. Ele reúne indicadores que mostram a dimensão e a complexidade da instituição em áreas como ensino, pesquisa, inovação, cultura e extensão, inclusão e pertencimento, internacionalização, sustentabilidade, assistência à saúde e gestão. Os dados são coletados e organizados pelo servidor André Serradas, do Egida, junto às áreas, com o apoio da Superintendência de Tecnologia de Informação e revisados pela coordenação do Escritório”, explica Renata.   Saiba mais.   Fonte: Jornal da USP – 21/08/26

Produção científica garante posição de destaque à USP em rankings internacionais

Edições de 2026 das classificações de Xangai e de Taiwan evidenciam o impacto e o alto volume de artigos acadêmicos da Universidade. A USP manteve sua presença entre as melhores instituições de ensino superior do mundo nas edições de 2026 de dois importantes levantamentos globais: o Academic Ranking of World Universities (ARWU) e o NTU Performance Ranking of Scientific Papers for World Universities. A metodologia prioriza três aspectos específicos: a excelência (com peso de 40%), o impacto (35%) e a produtividade das pesquisas (25%). O estudo analisa a frequência de citações e o número de artigos veiculados nos periódicos de maior prestígio científico, considerando tanto o ano corrente quanto o acumulado de 11 anos. No recorte por áreas do conhecimento da avaliação taiwanesa, o grande destaque da instituição foi o campo das Ciências Agrárias, que conquistou a 14ª colocação global, apontando para um resultado que consolida a vocação científica e o impacto do trabalho desenvolvido pela Universidade na inovação e na sustentabilidade do setor agropecuário brasileiro.   Saiba mais.   Fonte: ABCD-USP – 20/08/26

Avaliação da pós-graduação mede qualidade, impacto científico e formação de pesquisadores

O objetivo da Avaliação da Pós-Graduação é verificar a qualidade da formação oferecida, a relevância das pesquisas desenvolvidas e o impacto que elas geram dentro e fora da academia. Realizado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES/MEC), o processo examina periodicamente o desempenho de cursos de mestrado e doutorado oferecidos por instituições de ensino superior. A análise considera um conjunto de indicadores que vai além da produção científica. Entre os aspectos avaliados estão a qualificação do corpo docente, a formação de mestres e doutores, a qualidade das dissertações e teses, o impacto das pesquisas na sociedade, as ações de internacionalização e a capacidade do programa de contribuir para o avanço do conhecimento. Com base nesses critérios, cada programa recebe uma nota em uma escala que varia de 1 a 7. Os resultados da avaliação têm impacto direto no sistema de pós-graduação. Além de servirem como referência para estudantes e pesquisadores, eles influenciam a distribuição de bolsas, o financiamento de projetos e a definição de políticas voltadas ao fortalecimento da pesquisa científica.  Saiba mais.   Fonte: CAPES – 17/08/26 

28 julho 2026

Saiba mais

Local: Anfiteatro Admar Cervellini – CENA


Saiba mais

Programação defesas e exames de qualificação - agosto 2026

05/08/2026 – 9h
Anfiteatro "Prof. Epaminondas S. B. Ferraz"
Defesa de Dissertação
Discente: Gabriely Santos de Oliveira
Orientador: Prof. Diego Mauricio Riaño-Pachón
Título: "Montagem em escala cromossômica e anotação do genoma poliplóide da cana-de-açúcar SP80-3280"
 
06/08/2026 – 9h
Anfiteatro "Prof. Epaminondas S. B. Ferraz"
Exame de Qualificação - Mestrado
Discente: Ian Lastoria Fischer
Orientador: Prof. Luiz Antonio Martinelli
Título: "Testando o modelo Craig–Gordon em madeiras de espécies tropicais: influência intra e interespecífica na composição isotópica do oxigênio"
 
07/08/2026 – 9h
Anfiteatro "Prof. Epaminondas S. B. Ferraz"
Defesa de Dissertação
Discente: Bubacar Baldé
Orientador: Prof. Cassio Hamilton Abreu-Junior
Título: "Doses de 15N-fertilizante em cana-energia sob condição de irrigação e sequeiro: recuperação do N e produtividade da cultura" 

Finalistas da 3ª edição do prêmio Jabuti Acadêmico

Ciências Agrárias e Ciências Ambientais
Título: Saúde do solo em ecossistemas tropicais: a base para mitigação e adaptação às mudanças climáticas | Autores: Carlos Eduardo Pellegrino Cerri, Carlos Roberto Pinheiro Junior, Lucas Pecci Canisares, Maurício Roberto Cherubin | Editora: Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq)

Ciência de Alimentos e Nutrição

Título: Plantas na cozinha medicinal: guia descritivo e ilustrado com receitas de Panc e outras espécies | Autores: Ana Carolina Fronza Bignotto, Angélica Pereira Guimarães, Flávio Boldrin, Lindolpho Capellari Junior, Marcia Hespanhol Buriola, Marisa Helena Covolan Boldrin, Nair Sizuka Nobuyasu Guimarães | Editora: Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq)
Fonte: Estadão - 28/07/26

27 julho 2026

A escola que ajudou a moldar o campo brasileiro chega aos 125 anos

Antes de existir a Universidade de São Paulo, antes da mecanização do campo e muito antes de o agronegócio se tornar um dos principais motores da economia brasileira, um projeto nascido em uma fazenda de Piracicaba já apostava que ciência e agricultura precisariam caminhar juntas. Cento e vinte e cinco anos depois, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da USP carrega uma marca rara entre as instituições brasileiras: a capacidade de atravessar gerações sem perder a capacidade de se reinventar. Sua história começou décadas antes da inauguração oficial, em 3 de junho de 1901. Filho dos Barões de Limeira e formado nas escolas de agricultura de Grignon, na França, e de Zurique, na Suíça, Luiz Vicente de Souza Queiroz acreditava que o futuro do Brasil passaria pelo conhecimento. Em 1889, transformou esse ideal em um projeto concreto ao adquirir a Fazenda São João da Montanha, em Piracicaba, onde pretendia construir uma escola agrícola inspirada nos modelos europeus e norte-americanos.  Saiba mais.   
Fonte: Jornal da USP – 25/07/26

24 julho 2026

Estudo de Oxford mostra que quanto mais simpática a IA é, maior a chance das respostas serem erradas

Usuários de inteligência artificial podem estar recebendo respostas mais elogiosas do que precisas. Um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, identificou que quanto mais calorosos e simpáticos são os robôs, maior é o risco de eles apresentarem informações erradas. O fenômeno é chamado por pesquisadores de AI sycophancy — ou, em tradução livre, “bajulação da inteligência artificial”. A equipe da pesquisadora palestina Lujain Ibrahim, da Universidade de Oxford, analisou 400 mil respostas de diferentes sistemas de inteligência artificial. Segundo o estudo, os robôs mais calorosos têm 30% mais risco de dar respostas erradas aos usuários. Ela explica que existe uma tendência de a inteligência artificial dizer aquilo que as pessoas querem ouvir, em vez de apresentar necessariamente a resposta mais verdadeira.   Saiba mais.   Fonte G1 – 24/07/26

O Brasil tem tudo para ser um provedor mundial de infraestrutura para IA

Já é possível perceber mudanças importantes na atual disputa pelo domínio da inteligência artificial, e o que se nota é o predomínio de poucas empresas que apresentam desenvoltura e competência para se manter na dianteira. Está também evidente que essas empresas – Nvidia, OpenAI, Google, Anthropic, Microsoft, DeepSeek, Tencent, Huawei – são ou estadunidenses ou chinesas. Pouco se fala da Europa ou de outros países asiáticos nessa vanguarda. Essas empresas estão nas áreas de ponta, como produção de chips com capacidades gigantescas de processamento ou de modelos e de software para que se possa usar a IA. Se surgirem novas empresas, certamente serão dos mesmos países – Estados Unidos ou China. Isto por que é uma atividade que demanda profissionais que hoje não estão sendo formados nem no nível e nem com a habilidade necessária em outros países. A carência de profissionais com formação especializada é uma das razões pelas quais o Brasil não pode avançar neste segmento como um desenvolvedor na linha das empresas acima mencionadas. Mas temos que tomar muito cuidado, por que a carência de profissionais também poderá nos impedir de nos tornarmos grandes usuários de IA.   Saiba mais.   Fonte: Jornal da USP – 23/07/26

23 julho 2026

Pressão por produtividade favorece crescimento do mercado de periódicos predatórios

“Seu artigo foi selecionado”, “Publicação em 48 horas”, “Submeta agora”. Se você é pesquisador, sua caixa de e-mails provavelmente está inundada por convites insistentes como esses. O que parece um reconhecimento do seu trabalho, no entanto, costuma ser o primeiro contato com um mercado em franca expansão: o dos periódicos predatórios, ou seja, aqueles que não realizam a devida revisão por pares dos artigos científicos. O fenômeno foi detalhado no mapeamento publicado em artigo no periódico internacional Scientometrics, e coincide com a chegada do engenheiro de computação Fábio Manoel França Lobato ao Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos. A ideia de investigar o ecossistema das revistas predatórias nasceu da experiência do professor Lobato. Quando ainda estava no mestrado, na Universidade Federal do Oeste do Pará, em Santarém, ele acabou, por desconhecimento do problema, publicando em uma dessas revistas predatórias. Anos depois, quando já era professor na mesma universidade, percebeu, ao assumir a Coordenação de Projetos de Pesquisa, que o problema não era isolado e que muitos colegas estavam caindo na mesma armadilha. “A gente se perguntou: ‘Como está isso no Brasil todo’?”, lembra.   Saiba mais.   Fonte: Jornal da USP – 23/07/26