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Estudos mostram que a inteligência artificial ajuda pesquisadores a ampliar seu número de publicações e avança como ferramenta na avaliação por pares. Autores que usam programas de inteligência artificial (IA) generativa para apoiar a escrita de artigos científicos estão multiplicando sua produtividade acadêmica, de acordo com uma análise feita por pesquisadores das universidades Cornell e da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos. Veiculado na revista Science, o estudo se baseou no exame de quase 2,1 milhões de resumos de preprints disponibilizados em três grandes repositórios on-line entre janeiro de 2018 e junho de 2024. Preprints são versões preliminares de trabalhos científicos, ainda não avaliadas por especialistas nem publicadas em periódicos. No arXiv, um dos mais antigos repositórios desse tipo de manuscrito, autores que utilizaram programas de IA ampliaram sua produção em cerca de 36% em relação ao patamar anterior ao advento do ChatGPT, em 2023. O arXiv foi criado no início da década de 1990 para hospedar papers de física, mas hoje recebe trabalhos de diversas áreas das ciências exatas e aplicadas. Já no bioRxiv, com foco nas ciências biológicas, pesquisadores que se apoiam nesses programas expandiram o número de publicações em 53%. Saiba mais. Fonte: Pesquisa FAPESP – jan. 2026
A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ)
inaugurou nesta segunda-feira, dia 12 de janeiro, a sede do Centro de
Agricultura Tropical Sustentável (Stac, na sigla em inglês para Sustainable Tropical Agriculture Center), um dos nove
centros interdisciplinares de pesquisa da Universidade ligados à Reitoria. O Stac tem como missão
promover estudos colaborativos entre áreas complementares, de forma a articular
soluções estratégicas e inovadoras capazes de promover a prosperidade do País,
a partir da agricultura tropical sustentável. O Centro de Agricultura Tropical
Sustentável busca desenvolver diagnósticos e prognósticos com foco em segurança
alimentar, alimento seguro e no papel do Brasil na produção e no consumo de alimentos
no cenário global. Saiba mais. Fonte: Jornal da USP – 13/01/26