Um estudo publicado em janeiro na revista Food Chemistry por
uma equipe do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São
Paulo (CENA-USP), em Piracicaba, analisou 211 amostras de 116 marcas de
chocolate em barra vendidas no país e chegou a um resultado animador e outro,
preocupante. A boa notícia é que nenhum exemplar do produto forneceu indícios
de que tenha uma quantidade de cacau abaixo da determinada pela legislação. No
Brasil, um alimento pode ser chamado de chocolate se for composto por ao menos
25% de sólidos de cacau, segundo a Resolução RDC nº 723, de 2022,
da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelece os
critérios mínimos para a classificação desse produto. No caso do chocolate
branco, é preciso ter ao menos 20% da manteiga de cacau, uma gordura comestível
extraída do fruto. Saiba mais.
Fonte: Pesquisa FAPESP – fev. 2026
