O objetivo da sessão foi esclarecer informações sobre a nova
base de dados do Preprint Citation Index, que traz informações vindas dos mais
importantes repositórios de preprint, é uma base multidisciplinar que nos
permite conhecer, com dados de confiança, o que está sendo produzido, com mais
rapidez. É uma base independente da Coleção Principal da Web of Science, mas
que pode ser inclusive, pesquisada em conjunto com ela, para que possa
ter uma visão mais ampla do panorama da publicação cientifica. Os Perfis de
pesquisador da Web of Science também foram abordados. Os pesquisadores poderão
registrar suas atividades como autores, revisores, editores ou membros de
corpos editoriais de revistas. Saiba mais. Fonte: ABCD - 24/08/23
24 agosto 2023
Slides do Webinar Web of Science: Perfis de Pesquisadores e o Preprint Citation Index
Slides
PrePrint Citation Index: https://shre.ink/27JP
Slides Perfis
de Pesquisador: https://shre.ink/27JH
Você sabe o que escreve, mas conhece seus direitos?
Base de Dissertações e Teses ProQuest Global é integrada à Web of Science
23 agosto 2023
Evento celebra 15 anos de programa de pesquisas em mudanças climáticas
Editores do Journal of Biogeography abandonam cargos em disputa com a empresa Wiley
Golpe científico: os perigos por trás das revistas predatórias
Fonte: Jornal da USP - 22/08/23
22 agosto 2023
Programa científico que monitora impacto das mudanças climáticas sobre Amazônia entra em nova fase
Fonte: Jornal da Ciência – 22/08/23
Sirius será tema da 4ª Conferência Fapesp
Inteligência artificial pode ser importante para a promoção da sustentabilidade
Universidade realiza campanha contra o assédio e a discriminação
Vice-presidente global do Google fala sobre qualidade da informação e inteligência artificial em evento na USP
Em dúvida sobre qual carreira seguir? USP terá feira de profissões em setembro
21 agosto 2023
"Fazendas precisam ser vistas como unidades produtoras de água e mitigadoras das mudanças climáticas"
Unir produção agrícola e preservação ambiental não é só
possível, como precisa ser visto como foco para a agricultura brasileira,
segundo Ludmila Rattis, pesquisadora do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental
da Amazônia) e do Woodwell Climate Research Center. Para Rattis, é possível
aumentar a produtividade das lavouras brasileiras, reduzindo seu impacto
climático e protegendo a produção de variações no clima. “As fazendas precisam
ser vistas como unidades produtoras de água, de diversidade biológica, como sumidouros
de carbonos e com mitigadores das mudanças climáticas locais. Tudo isso é
possível porque todas essas coisas convergem em uma agricultura de alto
rendimento e de baixo custo. Floresta em pé é sinônimo de um clima mais
estável. O desmatamento no Brasil é um problema para quem quer produzir tanto
para quem quer um ambiente saudável”, defende.
Saiba mais. Fonte: Jornal da Ciência – 21/08/23










