05 dezembro 2019

Instituto Serrapilheira vai selecionar 24 pesquisadores para apoio de até R$ 100 mil


O Instituto Serrapilheira recebe, até 18 de dezembro de 2019, as inscrições para a 3ª Chamada Pública de Apoio à Pesquisa Científica. Serão selecionados 24 jovens pesquisadores nas áreas 
de Ciências Naturais, Ciência da Computação e Matemática.
Os pesquisadores receberão apoio financeiro de até R$ 100 mil. Após um ano serão reavaliados. 
Os três melhores avaliados poderão receber novo apoio, de até R$ 1 milhão, para investir em 
suas pesquisas por mais três anos.
Serão financiados projetos que contribuam para o conhecimento fundamental em: Ciências Naturais, Matemática e Ciência da Computação. As Ciências Naturais incluem, prioritariamente, as Ciências 
da Vida, Física, Geociências e Química. Também serão aceitas propostas interdisciplinares.
Não serão apoiados projetos voltados exclusivamente a testes clínicos, estudos de saúde pública, desenvolvimento de biomarcadores e desenvolvimento de processos e produtos.
Os candidatos devem ter obtido grau de doutor entre 2012 e 2017. Essa condição poderá ser ajustada em até dois anos para mulheres com filhos. Além disso, os candidatos devem realizar pesquisa científica e ter um cargo permanente como professores ou pesquisadores em universidade, instituto ou entidade sediada no Brasil, pública ou privada.
As propostas devem ser enviadas pelo site do Instituto Serrapilheira.
Mais informações em: serrapilheira.org/chamada-publica-no3/.   Fonte: Agência FAPESP - 05/12/19

Não há justificativa lógica para fusão de Capes e CNPq

Relatos recentes na imprensa e informações de bastidores indicam que o governo federal não desistiu da ideia de fundir a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), apesar de a comunidade acadêmica, científica, e o próprio Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) serem frontalmente contrários à iniciativa. 
“Não há justificativa lógica para juntar duas agências que têm papéis distintos e independentes de atuação”, argumenta o professor Marcio de Castro Silva Filho, pró-reitor adjunto de Pós-Graduação da USP e presidente do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (Foprop).
“A comunidade científica é amplamente contrária a essa fusão porque entende que o desenho atual do sistema deve ser mantido e aperfeiçoado, e não desconstruído.”
Em entrevista ao Jornal da USP, Silva Filho alerta para a necessidade urgente de resgatar a função primordial do CNPq, que sempre foi a de financiar a pesquisa científica no Brasil. A agência teve seu orçamento de fomento reduzido drasticamente nos últimos anos, criando uma falsa impressão de que ela é apenas uma pagadora de bolsas de pós-graduação (que é uma atribuição primordial da Capes). A proposta do governo para 2020 praticamente acaba com o orçamento de pesquisa do CNPq, preservando apenas os recursos para bolsas, e reforçando ainda mais essa anomalia — conforme revelado nesta reportagem “Não é enfraquecendo uma agência que vai se justificar a fusão com outra”, ressalta Silva Filho.
Especialista em genética molecular de plantas, Silva Filho é professor do Departamento de Genética da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, presidente da Sociedade Brasileira de Genética (SBG), pesquisador 1A do CNPq e membro do Conselho Superior da Capes, onde já atuou também como diretor de Relações Internacionais e diretor de Programas e Bolsas no País.  Leia mais Fonte: Jornal da USP - 04/12/19


04 dezembro 2019

Aplicativos da USP facilitam o dia a dia dentro e fora da Universidade

Do celular, dá para descobrir o cardápio do Bandejão, os livros disponíveis na biblioteca e até chamar a Guarda em situações de perigo

Quase 85 mil pessoas carregam em seus celulares o cardápio diário dos restaurantes universitários da USP, os famosos Bandejões. Esse é o número de downloads do aplicativo que surgiu para tornar mais fácil, principalmente para os estudantes, saber se terá estrogonofe ou peixe e, se não for do agrado, partir para uma segunda opção.
O Cardápio USP foi o primeiro aplicativo da Universidade, criado em 2011. Hoje, a Superintendência de Tecnologia da Informação (STI), que coordena essa área, tem mais sete aplicativos e outros quatro em desenvolvimento – entre eles, uma carteirinha de vacinação digital voltada aos usuários do SUS no Estado de São Paulo.
Se você nunca ouviu falar nos aplicativos da USP, já usa e está interessado nos que estão por vir, quer entender como e por que eles são criados ou até tem uma ideia de app, reunimos aqui cinco questões sobre essa área inovadora da Universidade.  Leia mais.  Fonte: Jornal da USP - 04/12/19



Avaliação em 5 dimensões

Capes propõe que qualidade dos programas de mestrado e doutorado seja estimada com base em parâmetros mais amplos e diversos que os atuais

O modelo de avaliação dos programas de pós-graduação do Brasil vai passar por sua maior reformulação em mais de duas décadas. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), agência ligada ao Ministério da Educação que examina a qualidade dos cursos de mestrado e doutorado do país, anunciou que os mais de 4 mil programas em atividade deixarão de ter uma nota única – que hoje vai de 3 até 7 para os recomendados e reconhecidos – 
e terão seu desempenho classificado em cinco dimensões: Ensino e Aprendizagem, Produção de Conhecimento, Inserção Internacional e Regional, Inovação e Transferência do Conhecimento e Impacto na Sociedade. Os detalhes do sistema serão propostos nos próximos meses por especialistas da comunidade acadêmica e da área técnica da Capes. A mudança vai valer para 
o ciclo de avaliação que começa em 2021 e terá resultados divulgados em 2025.  
Leia mais.  Fonte: Pesquisa FAPESP - dez. 2019

Corrida para medir impacto

Universidades investem na criação de escritórios para gestão e análise de indicadores de desempenho

A necessidade de fornecer dados para órgãos de fiscalização e rankings acadêmicos nacionais e internacionais levou as universidades brasileiras a investir na criação de comissões administrativas ou escritórios dedicados à coleta e à análise de informações de desempenho. O exemplo mais recente é o da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que, em setembro, lançou seu Escritório de Dados Estratégicos Institucionais. “Há informações espalhadas por diferentes setores dentro da universidade. Pretendemos organizar esses dados e propor métricas mais adequadas para a avaliação das nossas atividades de ensino e pesquisa”, explica Juliana Garcia Cespedes, pró-reitora Adjunta de Planejamento da Unifesp.  Leia mais.  
Fonte: Pesquisa FAPESP - dez. 2019

Mais conhecimento sobre revistas predatórias

Dificuldade de classificar periódicos fraudulentos mobiliza pesquisadores da área de integridade científica

O peso e a influência das revistas predatórias, publicações que divulgam artigos em troca de dinheiro sem submetê-los a uma avaliação de qualidade, tornaram-se alvo da pesquisa em integridade científica. Uma série de trabalhos publicados nos últimos meses evidencia esforços para identificar adequadamente essas publicações e compreender seu impacto sobre a comunicação científica. Dois estudos divulgados em setembro por médicos do Instituto de Pesquisa do Hospital de Ottawa, no Canadá, buscaram estabelecer uma definição universalmente aceita sobre o que é uma revista predatória. Ambos os manuscritos foram divulgados no repositório MedArxiv e são assinados por Samantha Cukier, do Centre for Journalology do instituto, um órgão criado para disseminar boas práticas de publicação entre seus pesquisadores.  Leia mais.  
Fonte: Pesquisa FAPESP - dez. 2019


03 dezembro 2019

Google Acadêmico, Web of Science ou Scopus, qual nos dá melhor cobertura de indexação?

Os pesquisadores geralmente consultam o Google Acadêmico (GA), Web of Science (WoS) e Scopus extensivamente para obter informações e estas são as ferramentas usadas nas avaliações da pesquisa. No artigo “Google Scholar, Web of Science, and Scopus: a systematic comparison of citations in 252 subject categories", que comentamos nesta nota, foi feita uma avaliação sistemática das diferenças entre elas, com base em uma análise cientométrica de 2.448.055 citações para 2.299 documentos em inglês altamente citados de 252 categorias de áreas do GA publicados em 2006, comparando o GA, a Coleção Núcleo (Core Collection) do WoS e o Scopus.
Como primeiro resultado, antes da avaliação qualitativa, a simples evidência numérica constatou que o GA tem consistentemente o maior percentual de citações em todas as áreas (93% – 96%), bem à frente do Scopus (35% – 77%) e do WoS (27% – 73%). O GA encontrou quase todas as citações do WoS (95%) e do Scopus (92%). A maioria das citações encontradas apenas pelo GA vem de fontes não pertencentes a periódicos (48% – 65%), incluindo teses, livros, documentos de conferências e materiais não publicados. Muitos documentos não estavam em inglês (19% – 38%) e tendiam a ser muito menos citados do que fontes que também estavam no Scopus ou no WoS.  Leia mais.  
Fonte: SciELO em Perspectiva - 27/11/19

Profile da USP 2019 com dados da Web of Science acaba de ser publicado

Desde 2009, a Clarivate Analytics mantém os perfis das principais universidades e instituições de pesquisa do mundo, usando um conjunto exclusivo de indicadores-chave de desempenho.
Os perfis institucionais facilitam uma comparação multidimensional e imparcial de todos os aspectos do desempenho de uma universidade, independentemente da missão, tamanho, localização geográfica ou mix de disciplinas da universidade. A combinação de informações bibliométricas padrão-ouro com dados exclusivos sobre reputação, demografia de funcionários, estudantes e financiamento cria uma visão de 360 ​​graus de todos os aspectos do desempenho de uma instituição.
Os perfis são utilizados por universidades, agências de financiamento, governos e agências de classificação como uma ferramenta valiosa para identificar pontos fracos e fortes, encontrar instituições pares, comparar com benchmarks globais ou regionais e promover a visibilidade junto aos seus stakeholders.   Leia mais.  Fonte: AGUIA - 03/12/19

                                                                   Confira aqui

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02 dezembro 2019

USP amplia acesso à rede sem fio em todos os campi

                           Alunos, professores e servidores têm acesso gratuito à rede wi-fi Eduroam

A Superintendência de Tecnologia da Informação (STI) finalizou a segunda fase da implantação do Projeto USPnet Sem Fio, expandindo a cobertura da rede wi-fi (ou rede sem fio) nos espaços internos ou externos de todos os campi da Universidade.
Foram instaladas 100 antenas externas de grande alcance e cerca de 2.800 antenas internas, cobrindo 100% das áreas de grande circulação da comunidade uspiana. Nesta última fase do projeto, a STI contou com o apoio das Prefeituras dos campi, que auxiliaram na instalação dos equipamentos e com a sinalização dos pontos de acesso.
“Cada vez mais os usuários exigem mobilidade, segurança e acesso rápido aos aplicativos de telefones celulares e outros dispositivos móveis. Por isso, temos que oferecer uma ampla cobertura da rede wi-fi, não só no interior dos prédios, mas também nas áreas comuns. A rede sem fio também permite a conexão de dispositivos fixos com interface wireless e, com isso, diminui os custos de instalação e manutenção em relação à rede cabeada”, explicou o superintendente de Tecnologia da Informação, João Eduardo Ferreira.
Além da rede Eduroam, as unidades podem criar redes de visitantes para aplicações específicas, como eventos científicos e reuniões que envolvam participantes externos. Atualmente, cerca de 60 mil usuários estão conectados na rede Eduroam.
A STI também está iniciando a implantação de uma infraestrutura de rede para dados e voz de 100 gigabits, para a interligação dos campi e para projetos que usem novas tecnologias de redes com cabos irradiantes.

Rede Eduroam na USP

Desse modo, um usuário da USP poderá utilizar sua própria identificação e senha de acesso para se conectar à rede sem fio de qualquer provedor desse serviço no mundo.
Além da segurança, o Eduroam tem como benefícios a mobilidade, facilidade de uso e a sua integração à Comunidade Acadêmica Federada (CAFe), uma federação de identidade que reúne instituições de ensino e pesquisa brasileiras gerenciada pela Rede Nacional de Pesquisas (RNP).
Lançada no Brasil em 2012, a iniciativa internacional já reúne instituições de aproximadamente 60 países. A USP, por meio da STI, concluiu o processo de instalação, configuração, autenticação e validação do serviço Eduroam em agosto de 2014.  
Para acessar a rede wi-fi na USP, o usuário deve digitar no campo de login o seu número USP seguido de @usp.br, utilizando a mesma senha única do USPdigital. 
Fonte: Jornal da USP - 29/11/19




29 novembro 2019

CNPq e Capes, agências com missões distintas e necessárias que não devem se fundir


O ofício 6800/2019, assinado pelo ministro de Estado de Educação Exmo. Sr. Abraham Weintraub, em resposta a um requerimento de informação vindo da Câmara de Deputados, encaminha uma nota técnica, preparada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que se refere à proposta de fusão das agências de fomento Capes e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). O ofício em pauta “não tem indicação ou aparência de tratar-se de conteúdo sigiloso”. Assim, partes do conteúdo desse ofício e da respectiva nota técnica podem ser divulgados sem transcrever detalhes.
A Nota técnica No 15/2019/GAB/PR trata da “realização de estudo especifico” sobre a fusão Capes-CNPq e, depois de uma análise sumária e superficial, afirma na parte final – aparentemente como argumento a favor da fusão- que: “Não  é  demais  lembrar  a existência de diversos exemplos em âmbito internacional,  como  é  o  caso  da  National  Science  Foundation  (NSF) dos Estados Unidos da América, e mesmo dentro do país, como no caso da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp)”. A Capes, ou quiçá o próprio ministro, não tiveram tempo de visitar os sítios da rede www.fapesp.br ou www.nsf.gov para entender minimamente as missões dessas organizações.  Leia mais.   Fonte: Jornal da Ciência - 28/11/19


27 novembro 2019

ASM e MS oferecem cobertura microbiológica


Usuários do Portal de Periódicos da CAPES ligados especificamente às Ciências Biológicas III 
– e áreas afins – têm acesso a diversos conteúdos científicos para pesquisa. Entre os recursos disponíveis, estão revistas científicas da American Society For Microbiology (ASM) e da Microbiology Society (MS).
Segundo o documento de área da própria fundação, as Ciências Biológicas III compreendem Microbiologia, Imunologia e Parasitologia e compõem uma das áreas mais tradicionais do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG), “uma vez que há programas que se encontram em atividade há mais de cinco décadas, sendo que o desenvolvimento destes se associam ao desenvolvimento do próprio SNPG”.
Os periódicos ASM e MS ajudam a promover as ciências microbiológicas, disseminando os resultados de pesquisas fundamentais e aplicadas. Os editores acadêmicos dos títulos são cientistas ativos de instituições eminentes de todo o mundo. Tanto que os artigos publicados por esses editores recebem atenção da mídia internacional com frequência, com aparições em veículos como The New York Times, Science Magazine, Los Angeles Times, CNN, National Public Radio e outros.
Algumas das publicações mais acessadas disponíveis no Portal de Periódicos da CAPES são:
ASM: Antimicrobial Agents and Chemotherapy – Apresenta estudos interdisciplinares que ajudam a entender os mecanismos subjacentes e as aplicações terapêuticas dos agentes antimicrobianos e antiparasitários e quimioterapia microbiana.

ASM:
 Applied and Environmental Microbiology – Publica resultados de estudos com contribuições significativas à pesquisa microbiana aplicada, à pesquisa básica em ecologia microbiana e à pesquisa genética e molecular de questões microbianas de valor prático.

MS:
 Microbiology – Publica análises de alta qualidade e pesquisas atuais sobre todos os tópicos relacionados à área de fisiologia e metabolismo, regulação, interação parasita hospedeiro-centrada no parasita, genética, biologia sintética e muito mais.

MS:
 Microbial Genomics – Título destinado a pesquisas pioneiras em genômica na vida microbiana. Divulga artigos com ideias inovadoras, novas aplicações e abordagens para análise usando dados genômicos, bem como estudos que desenvolvem a compreensão da genômica microbiana.   
Fonte: Portal de Periódicos da CAPES - 27/11/19

CHEMnetBASE: Trial disponível na USP até 19 de dezembro de 2019

A premiada coleção CHEMnetBASE é a mais completa referência na área e fornece acesso instantâneo ao conteúdo de 11 importantes obras de referência: Handbook of Chemistry & Physics; Dictionary of Natural Products; Combined Chemical Dictionary; Dictionary of Organic Compounds; Dictionary of Drugs; Dictionary of Inorganic and Organometallic Compounds; Dictionary of Commonly Cited Compounds; Dictionary of Marine Natural Products; Dictionary of Food Compounds; Polymers: A Property Database; Properties of Organic Compounds
Permite pesquisas rápidas e fáceis de termos químicos por nome, sinônimos, propriedade física, fórmula da molécula, número de registro CAS, InChi, InChi key e/ou SMILES, simultaneamente, em toda a coleção.
Pesquisa de estrutura química: Pesquisas multifacetada e aprimoradas:
 : : Permite desenhar uma estrutura química usando Marvin JS e, em seguida, pesquisar por “correspondência exata” ou subestrutura;
 : :  Possibilita importar um arquivo de estrutura ou colar em SMILES, SMARTS ou InChI  na  caixa de pesquisa;
 : : Disponibiliza uma Tabela Periódica interativa.
Fonte: AGUIA - 27/11/19

21ª Festa do Livro da USP

De 27 a 30 de novembro, evento vai reunir 260 editoras, que oferecerão descontos de no mínimo 50%

Muitos dizem que as pessoas não estão comprando mais livros, mas isso não é verdade. Um indício disso é o número expressivo de participantes da Festa do Livro da USP no ano passado, que chegou a 90 mil pessoas, muitas delas saindo com sacolas cheias de livros, e até carrinhos. Promovida anualmente pela Editora da USP (Edusp), a Festa do Livro da USP deste ano acontece nesta semana, de quarta, dia 27, a sexta, dia 29, das 9 às 21 horas, e no sábado, dia 30, das 9 às 20 horas, com entrada gratuita, ocupando toda a travessa C da avenida Professor Mello Moraes, na Cidade Universitária. Completando sua maioridade – são 21 edições –, o evento reúne cerca de 260 expositores, entre livros e selos, com uma seleção de seus catálogos, vendida com desconto de 50% no mínimo. Leia maisFonte: Jornal da USP - 25/11/19

Para que servem e quanto ganham mestres e doutores

Às vezes, ouvimos falar que uma pessoa tem “pós-graduação”. É relativamente comum, por exemplo, que os jornais ou a TV entrevistem pessoas que têm mestrado ou doutorado e que trabalham em alguma universidade ou centro de pesquisa, quando o tema da reportagem é relacionado com ciência ou tecnologia. No entanto, em nosso país, essas pessoas são relativamente raras, a ponto de uma grande parte dos brasileiros não conhecer pessoalmente ninguém assim. Dessa forma, o nosso imaginário a respeito de quem são e o que fazem os mestres e doutores no Brasil – nossos “cientistas” – termina por deixar de captar um quadro com aspectos interessantes, que tem algo a dizer inclusive sobre o nosso futuro como país.
É preciso primeiro dizer o que são mestres e doutores. Quando uma pessoa obtém um diploma de graduação de qualquer curso, normalmente significa que adquiriu conhecimento sobre os princípios básicos do campo de conhecimento desse curso e é capaz de resolver os problemas típicos da profissão. Um médico graduado, por exemplo, será capaz de diagnosticar as doenças mais comuns e de prescrever seu tratamento, enquanto um engenheiro mecânico graduado será capaz de saber como funcionam as máquinas mais comuns, como se deve instalá-las, operá-las, projetá-las.
Leia mais.  Fonte: Jornal da Ciência - 26/11/19

26 novembro 2019

Publicações científicas e colaborações internacionais


  • Foram publicados 56.396 trabalhos científicos com autores sediados no Brasil, em 2018. Desses, 21.506 (38%) incluíam coautores de outros países.
  • Os índices de colaboração internacional apresentaram crescimento significativo na última década, passando de 25% para 38%, entre 2008 e 2018, para o Brasil como um todo. O mesmo movimento se nota em todas as regiões do mundo.
  • A maioria das universidades brasileiras se situa na faixa entre 30% e 45% nesse indicador. A exceção é a UFABC, que atinge 58%. USP, Unicamp, UFRJ, UnB e UFSC apresentam índices acima de 40%.  Leia maisFonte: Pesquisa FAPESP - 2019

Colaboração científica entre São Paulo e outras unidades da federação

  • A fração das publicações científicas1 com autores de São Paulo2 que também incluíam coautores de outras unidades da federação (UFs) passou de 13% para 34% do total das publicações de São Paulo, entre os triênios 1995-1997 e 2015-2017.
  • Houve crescimento em todas as grandes áreas do conhecimento e os níveis mais altos ocorreram nas áreas de ciências agrárias e ciências biológicas, no triênio mais recente.
  • As colaborações se intensificaram com todas as UFs e atingiram mais de 20% das publicações para 19 UFs.  Leia maisFonte: Pesquisa FAPESP - 2019

25 novembro 2019

FAPESP Week destaca pesquisa em cooperação com a França

A França é um dos principais parceiros  internacionais em pesquisa nos projetos apoiados pela FAPESP. A Fundação mantém acordos de cooperação com 15 agências de financiamento, universidades, instituições de pesquisa e empresas francesas. Mais de 120 projetos de pesquisa foram aprovados por meio desses acordos.
Para celebrar a parceria e estimular novas colaborações nas mais diversas áreas do conhecimento, a FAPESP Week France será realizada de 21 a 27 de novembro de 2019, nas cidades de Lyon e Paris.
Nos dias 21 e 22, o simpósio ocorrerá na Universidade de Lyon, com a apresentação de estudos nos temas “Aprendizado de Máquina e Ciência de Dados”, “Fotônica”, “Atmosfera e Saúde”, “Deriva de Partículas e Propulsão em Fluxos Turbulentos”, “Filosofia”, “Questões Urbanas (Riscos, Infraestrutura e Movimentos Sociais)” e “Insetos, Controle, Doenças, Meio Ambiente e Impacto Econômico”.
De 25 a 27 de novembro, a FAPESP Week France será realizada na Universidade de Paris, com os temas “Amazônia e Pesquisa sobre o Clima”, “Psicologia e Psicanálise”. “Estudos da Terra”, “Migração, Mobilidade Urbana e Questões Sociais Urbanas”, “Ciências da Vida”, “Nanomateriais e Bionanomateriais”.
As apresentações serão feitas por cientistas das duas universidades francesas e de universidades e institutos de pesquisa no Estado de São Paulo. Em Lyon e Paris também serão realizadas mesas-redondas para debater estratégias de financiamento e de colaboração internacional em pesquisa.
A FAPESP Week France é um evento aberto e gratuito. Inscrições e mais informações sobre o evento podem ser acessadas em www.fapesp.br/week2019/france.