19 setembro 2017

Aplicativos móveis da USP

Bibliotecas USP
Você pode buscar no acervo do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP diretamente do seu iPhone, iPod Touch ou iPad. Encontre a localização de uma publicação na USP e verifique sua disponibilidade.  iOS ]     [ Android ]

Jornal da USP
O Jornal da USP traz as principais notícias da Universidade de São Paulo, incluindo pesquisas científicas, acontecimentos  culturais e acadêmicos, e o calendário de eventos nos vários campi da USP.   [ iOS ]     [ Android ]

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18 setembro 2017

Falta de cuidado em artigos de revisão

Os artigos de revisão, aqueles trabalhos científicos que organizam dados da literatura existente em uma determinada área do conhecimento, nem sempre são escritos com o cuidado necessário para evitar a citação de papers com dados incorretos ou com suspeita de má conduta. A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Suíça, França e Alemanha, publicado pela revista BMJ Open. Foram analisados 118 artigos de revisão publicados em 2013 em quatro periódicos da área médica: Annals of Internal MedicineThe British Medical JournalThe Journal of the American Medical Association e The Lancet.

Os pesquisadores investigaram se os autores haviam seguido seis procedimentos importantes para prevenir a inclusão de dados equivocados ou fraudados nos artigos de revisão. A conclusão é que em apenas metade dos trabalhos os autores adotaram três ou mais desses procedimentos capazes de detectar problemas.

Os procedimentos são os seguintes: cotejar resultados de papers citados com dados brutos de testes clínicos; entrar em contato com os responsáveis pelos artigos para ter acesso a resultados não publicados; avaliar se há publicações duplicadas sobre o mesmo achado; verificar se houve interferência dos patrocinadores nos artigos; analisar possíveis conflitos de interesse; e checar se as pesquisas descritas nos papers passaram por comitês de ética. Para verificar se as recomendações foram adotadas, os pesquisadores analisaram os artigos de revisão, em busca de relatos dos métodos utilizados, e entraram em contato com os autores para fazer perguntas adicionais.

O estudo observou que 11 dos 118 trabalhos de revisão não levaram em consideração nenhum dos procedimentos. Em 79 (66%), seus autores buscaram dados brutos; em 73 (62%), fez-se contato com autores dos papers originais; em 81 (69%), procuraram-se artigos duplicados e apenas em 5 (4%) foram analisados conflitos de interesse. Verificou-se também que somente três trabalhos de revisão (2,5%) checaram se os estudos revisados passaram por comitês de ética.

Os pesquisadores observaram que poucos autores de artigos de revisão denunciam sinais de má conduta que encontram durante a revisão da literatura. Sete autores admitiram ter incluído na revisão papers sobre os quais havia alguma suspeita, como sinais de plágio ou manipulação de imagens, mas apenas dois fizeram advertências no artigo de revisão. “Quando autores de revisão suspeitam de má conduta em algum artigo, parece que eles não sabem o que fazer com essa informação”, disse Nadia Elia, pesquisadora da Universidade de Genebra, na Suíça, e autora principal do estudo, ao site Retraction Watch.

15 setembro 2017

Como aumentar o impacto de artigos científicos

Cooperação internacional, originalidade, ousadia, debate entre pares e cuidado com a estatística foram algumas questões levantadas em simpósio sobre publicações

O número de artigos publicados por pesquisadores brasileiros cresceu muito nos últimos 20 anos. Porém, o impacto dessas pesquisas não acompanhou o mesmo crescimento. Para pensar em maneiras de reverter o cenário, especialistas se reuniram no 1st Symposium on High Impact Publications, no Instituto Butantan. O evento teve o intuito de debater estratégias para que a ciência praticada no país conquiste mais relevância.

“Em 20 anos tivemos pouca evolução de impacto e os problemas estão em todas as áreas. É verdade que algumas conquistaram mais espaço, como é o caso de Clínica Médica e Física. No entanto, o fato é que, na média, nunca o impacto dos artigos brasileiros foi maior do que a média do impacto mundial”, disse Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.

Para Brito Cruz é possível observar uma relação entre colaboração internacional e o aumento do impacto dos artigos. “Acredito que a colaboração internacional seja uma boa estratégia, uma delas, para se ter mais impacto. Olhando o histórico de Espanha e Itália, que cresceram muito nesse quesito nos últimos anos, a colaboração parece funcionar, mas isso não deve virar um dogma. De qualquer forma, antes de ter publicações de impacto, é preciso ter pesquisa de impacto”, disse.
No simpósio, os especialistas, além de estimular a colaboração internacional, destacaram a importância de aumentar o impacto das revistas científicas brasileiras e a oferta de melhores condições para a realização de projetos de pesquisa de maior ousadia e duração. 
Leia mais: goo.gl/2Hk2QY

14 setembro 2017

A ciência sedutora que habita prateleiras

Em tempos de cliques e curtidas, a divulgação científica feita em livros se destaca pela capacidade de explorar narrativas e mergulhar em cada assunto


A divulgação científica tem encontrado novos formatos e canais de propagação ano após ano, desde as conversas bem-humoradas registradas em podcasts e vídeos até as breves pílulas de conhecimento espalhadas via redes sociais. Sem contar os tradicionais jornais e revistas, hoje presentes também na internet, que continuam tendo importante papel na popularização das descobertas e discussões do universo da ciência.
Neste cenário de tantas possibilidades interativas, instantâneas e de fácil disseminação, engana-se quem pensa que os livros de divulgação científica perdem seu valor ou ficam fadados ao esquecimento nas prateleiras de bibliotecas e livrarias. Talvez seja até o contrário e, em meio aos novos caminhos, a relevância do livro fique ainda mais evidente.
“Apesar da enorme disponibilidade de informação na internet, ficamos perdidos diante de tanto conteúdo de má qualidade, superficial ou de fontes duvidosas. Os livros ocupam um espaço que, por mais que digam que está em extinção, não será substituído”, afirma Germana Barata, pesquisadora na área de comunicação da ciência e professora do Mestrado em Divulgação Científica e Cultural do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), da Unicamp.
Para ela, os meios de divulgação da ciência, por possuírem perfis e demandas diferentes, conseguem conversar entre si e se complementar. “Não se trata de simples concorrência”, defende a pesquisadora. É o caso de conjuntos de postagens de redes sociais que se transformam em livros ou de canais de vídeos que ganham programas de televisão.
De acordo com Simone Pallone, jornalista e pesquisadora do Labjor, o livro é um meio interessante para divulgar ciência e tecnologia graças à sua capacidade de reinvenção e de atingir diferentes grupos de pessoas. “Muitos livros escritos por cientistas falam a um público amplo, despertam o interesse de leigos”, argumenta. “Origem das espécies, por exemplo, no qual Darwin apresenta a Teoria da Evolução, é um livro de divulgação científica cuja relevância nem precisamos comentar. Carl Sagan é um bom representante da literatura de ciência para público geral, assim como o Oliver Sacks”, ressalta.
“Autores-cientistas” como estes vêm garantindo, nas últimas décadas, o espaço da divulgação científica em listas de best-sellers de todo o mundo, além de nomes como Stephen Hawking, Richard Dawkins e Yuval Noah Harari, cuja obra Sapiens (L&PM) figura entre os 20 livros mais vendidos no Brasil em 2017, segundo levantamento parcial do site Publish News, especializado no mercado editorial.  Leia mais: goo.gl/ZoCft9

06 setembro 2017

Repositórios de acesso aberto da Embrapa ganham novas versões e funcionalidades

A Embrapa acaba de lançar as novas versões do Repositório de Informação Tecnológica da Embrapa (Infoteca-e) e do Repositório de Acesso Livre à Informação Científica (Alice), seguindo a tendência mundial de fortalecimento de sistemas de acesso aberto às informações científicas, que considera a ciência como um bem público e que, portanto, deve ser compartilhada de forma irrestrita.
Com um resultado de 3,3 milhões de acessos em 2016, o Infoteca-e tem como proposta disponibilizar gratuitamente informações tecnológicas (livros, fôlderes, cartazes, vídeos e programas de rádio Prosa Rural), no formato impresso ou eletrônico, para um público de agricultores, técnicos da extensão rural, estudantes, entre outros. Já o Alice, com um resultado de 4, 4 milhões de acessos no ano passado, disponibiliza gratuitamente, conteúdos científicos baseados em resultados de pesquisas, tais como artigos, teses e dissertações de pesquisadores e analistas da Embrapa. A gestão dos repositórios tem a coordenação conjunta da Embrapa Informação Tecnológica (Brasília, DF) e da Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP).
“As novas versões dos repositórios repercutem na melhoria da busca por informações seja pelo público, em geral, seja pelos pesquisadores, em especial, nos diversos temas e assuntos relacionados à agricultura. Se eu descrevo melhor os metadados de um artigo, por exemplo, recupero o artigo com mais facilidade”, afirma Alessandra Silva, supervisora de Informação e Documentação da Embrapa Informação Tecnológica, setor responsável pela coordenação do Sistema Embrapa de Bibliotecas (SEB).
Leia mais: goo.gl/e9venH

Normas ABNT no Google Docs: organize referências bibliográficas

Recurso é útil para quem precisa escrever monografias ou teses

Já imaginou ter alguém que organizasse as referências bibliográficas da sua monografia nas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) como num passe de mágica? No Google Docs, isso é possível. O complemento EasyBib Bibliography Creator, que está disponível para o Office do Google" de maneira gratuita, reúne normas técnicas de formatação do mundo inteiro, incluindo as mais usadas no Brasil. Assim, basta procurar pela edição do livro ou arquivo para o qual você quer criar uma citação e o aplicativo vai gerar automaticamente o modelo correto. A extensão ainda organiza suas referências em ordem alfabética pelo nome do autor.
Veja como instalar e utilizar esse recurso. Uma vez adicionada ao Google Docs, a extensão passa a ser uma ferramenta disponível a qualquer momento para o usuário. Saiba fazer as referências bibliográficas de forma correta e de maneira simples.


Primeiro uso: instalando o EasyBib no Google Docs

Passo 1. Com um documento aberto no Docs, selecione, no topo da tela, a guia "Complementos" e depois clique em "Instalar complementos";
Passo 2. No pop-up que irá abrir, use a barra de pesquisas para buscar a extensão EasyBib. Quando encontrar, clique no botão "+ Grátis" para adicioná-la ao Docs;
Passo 3. Para funcionar, o complemento irá pedir algumas permissões. Clique em "Permitir" para concedê-las.

Como criar referências em ABNT com o EasyBib

Passo 1. O procedimento anterior só é necessário no primeiro uso. Após a instalação, a extensão estará permanentemente disponível na guia "Complementos". Para usar, basta clicar sobre ela;
Passo 2. Por padrão, o EasyBib vem configurado para o estilo de formatação da MLA (Modern Language Association), muito usado na América do Norte. Clique sobre o botão "Style" e busque por "Associação Brasileira de Normas Técnicas para mudar para o estilo da ABNT, o mais popular no Brasil;
Passo 3. Escolha se o texto que você quer citar é um livro (Book); artigo de periódico (Journal Article) ou Website; busque pelo título ou autor e selecione a edição que você está utilizando;
Passo 4. O EasyBib irá organizar, automaticamente, a citação da publicação nas normas da ABNT. Para adicioná-la ao documento, basta clicar no botão "Add Bibliography to Doc";
Passo 5. Se você adicionar outras publicações às referências, o EasyBib irá organizá-las por ordem alfabética do sobrenome do autor principal, como exigem as normas.

USP anuncia vencedores do Prêmio Tese Destaque 2017

A Pró-Reitoria de Pós-Graduação da USP divulgou, no último dia 4/9, a lista dos vencedores da sexta edição do Prêmio Tese Destaque USP.
A proposta do prêmio é estimular a constante busca pela excelência na pesquisa, por meio do reconhecimento das melhores teses de doutorado defendidas na Universidade, em todas as grandes áreas do conhecimento. Em cada área foi escolhido um Prêmio Tese Destaque USP e duas Menções Honrosas.
Entre os trabalhos reconhecidos, dois estudos desenvolvidos na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP-ESALQ) receberam Menção Honrosa. Na Grande Área Ciências Agrárias, foi indicada a pesquisa “Alterações na qualidade do solo devido a mudança de uso da terra para expansão da cana-de-açúcar no Brasil”, de autoria, de Maurício Roberto Cherubin, defendido no Programa de pós-graduação em Solos e Nutrição de Plantas, sob orientação do professor Carlos Clemente Cerri (in memoriam).
Na Grande Área Multidisciplinar, receberão menção honrosa o trabalho “Efeitos da agricultura intensiva na estrutura e funcionamento de riachos de cabeceira tropicais”, de autoria de Ricardo Hideo Taniwaki, realizado no Programa de Pós-graduação em Ecologia Aplicada (ESALQ/CENA), com orientação do professor Silvio Frosini de Barros Ferraz.
Premiação – O autor da Tese Destaque USP receberá um prêmio no valor de R$ 10 mil e seu orientador receberá recursos disponibilizados através do orçamento da unidade para custeio de até R$ 5 mil. Os autores e orientadores da Tese Destaque USP e das duas teses com Menção Honrosa receberão um Diploma de Premiação assinado pelo reitor da USP. Os recursos para a premiação serão provenientes de Convênio USP/Santander.
A cerimônia oficial de premiação ocorrerá no dia 28 de setembro.
Clique aqui e acesse a lista dos vencedores.
Com informações da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da USP.

Desafios para a avaliação da pesquisa científica Brasileira

Avaliar a pesquisa científica que se faz no Brasil é uma tarefa complexa. Embora a contagem de artigos publicados e outros parâmetros quantitativos sejam relativamente simples de aferir, uma avaliação mais precisa requer, também, uma abordagem qualitativa, que leve em consideração as particularidades de cada área do conhecimento. A avaliação da produção científica nacional foi tema de mesa-redonda na
Reunião Anual da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), que acontece esta semana em São Paulo.
“Não é só a questão da quantidade de artigos publicados. Devemos considerar o seu impacto”, afirmou Mario Neto Borges, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Ele mencionou que, embora a produção científica brasileira venha crescendo em quantidade desde a década de 1990, há pouco avanço em relação ao impacto dessas publicações.
Para Borges, a internacionalização da ciência brasileira – isto é, a circulação dos pesquisadores brasileiros em outros países, o estabelecimento de parcerias e o intercâmbio de cientistas estrangeiros no Brasil – tem o potencial de ampliar tanto a quantidade quanto o impacto das publicações científicas. “Esta é uma das missões dessa nova gestão do CNPq”, afirma o presidente, nomeado em outubro passado.
Ainda segundo ele, outra estratégia que pode potencializar o impacto da produção brasileira é o desenvolvimento de projetos de inovação em parceria com empresas. A transformação de conhecimento em riqueza, segundo Borges, ainda deixa a desejar. “Somos bem desenvolvidos em ciência, pouco em tecnologia e quase nada em inovação”, ponderou.
Leia na íntegra: goo.gl/M9X4oa

01 setembro 2017

JCR apresenta dados de 2016

Estão no ar as estatísticas de 2016 do Journal Citation Reports (JCR), editado pela Clarivate Analytics. A base, disponível para usuários do Portal de Periódicos da CAPES, conta com dados de 81 países, mais de 11 mil revistas científicas e quase 250 disciplinas, indicando quais são as principais e mais relevantes publicações do mundo.

O JCR é um banco de dados originado da coleção principal da Web of Science, que utiliza a plataforma InCites e permite consulta e avaliação de periódicos a partir de dados de citação dos títulos indexados na Web of Science. Por meio do JCR é possível consultar diversos índices, como o fator de impacto da publicação (Journal Impact Factor - JIF), o Eigenfactor, o número total de citações da publicação com e sem autocitações, o índice de imediatismo que mede o quão rápido um artigo é citado em cada publicação, dentre outros.

Estão no ar as estatísticas de 2016 do Journal Citation Reports (JCR), editado pela Clarivate Analytics. A base, disponível para usuários do Portal de Periódicos da CAPES, conta com dados de 81 países, mais de 11 mil revistas científicas e quase 250 disciplinas, indicando quais são as principais e mais relevantes publicações do mundo.

O JCR é um banco de dados originado da coleção principal da Web of Science, que utiliza a plataforma InCites e permite consulta e avaliação de periódicos a partir de dados de citação dos títulos indexados na Web of Science. Por meio do JCR é possível consultar diversos índices, como o fator de impacto da publicação (Journal Impact Factor - JIF), o Eigenfactor, o número total de citações da publicação com e sem autocitações, o índice de imediatismo que mede o quão rápido um artigo é citado em cada publicação, dentre outros.

A coleção principal da Web of Science é uma base de dados composta por índices de citações que cobrem as áreas de Ciências (SCI), Ciências Sociais (SSCI) e Artes e Humanidades (A&HCI), além de dois índices de anais de conferências (CPCI-S e CPCI-SSH) e do índice para fontes de informação emergentes (ESCI). Para mais informações sobre a Web of Science, clique aqui.

Os usuários podem acessar o JCR por meio da opção Buscar base do Portal. É possível verificar, por meio de pesquisa na plataforma, os dez periódicos com maior fator de impacto das Science Citation Index Expanded (SCIE) e das Social Sciences Citation Index (SSCI). Todos os títulos estão disponíveis para consulta no Portal de Periódicos. 

Highwire Press abriga milhões de registros científicos

A plataforma disponibiliza artigos e outros conteúdos próprios e de parceiros, como universidades e sociedades científicas

A comunidade acadêmica brasileira tem acesso, por meio do Portal de Periódicos da CAPES, ao conteúdo da Highwire Press – entidade independente afiliada à Universidade de Stanford há mais de 20 anos.
A plataforma foi desenvolvida com a missão de auxiliar organizações científicas na disseminação de informação acadêmica primária, hospedando seus conteúdos online. Entre os principais parceiros estão diversas sociedades científicas.
A Highwire Press também produz versões online de alto impacto, periódicos revisados por pares, livros e outros conteúdos acadêmicos.
Atualmente, a Plataforma de Publicação Inteligente da HighWire (HighWire’s Intelligent Publishing Platform) suporta mais de 3000 periódicos, livros, trabalhos de referência e procedimentos, segundo informações da marca.
O Portal de Periódicos disponibiliza dois links de acesso à plataforma: a coletânea “HighWire: Free Online Full Text Articles”, com conteúdo de acesso aberto, e a coleção “Highwire Press”, com conteúdo restrito* a algumas instituições que participam da biblioteca virtual da CAPES.
Por meio da coleção nomeada “HighWire: Free Online Full Text Articles”, os usuários têm à disposição milhões de artigos de livre acesso, que inclui coleções completas, títulos com acesso liberado durante um período pré-determinado e publicações com coletâneas retrospectivas. A base abriga várias áreas do conhecimento, como Multidisciplinar, Ciências Biológicas, Ciências da Saúde, Ciências Sociais Aplicadas e Ciências Humanas.
Na “Highwire Press”, os usuários encontram textos completos de publicações de universidades e sociedades científicas com ênfase nas áreas de Ciências Biológicas e Ciências da Saúde.
Entre os conteúdos da plataforma, é possível localizar artigos de publicações como: Science Magazine, The Plant Cell, Microbiology, Journal of Cell Biology, Molecular Pharmacology, Pediatrics, Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) e Journal of the American Medical Association (JAMA).
Pelo Portal de Periódicos, é possível localizar a plataforma de dois modos: pela opção Buscar base ou pelo link Buscar periódico (inserindo o nome do título desejado ou selecionado o Editor/Fornecedor Highwire Press).

31 agosto 2017

Coleção da Colloquium Digital Library of Life Sciences – Trial na USP


Aproveite o Trial da Colloquium Digital Library of Life Sciences na USP até o dia 25 de outubro de 2017. Os IPs da USP já estão cadastrados e o acesso está liberado. Para utilizar, basta acessar o link: http://www.morganclaypool.com/page/LSindex

Colloquium Digital Library of Life Sciences da editora Morgan & Claypool é uma coleção de livros digitais para pesquisadores, instrutores e estudantes nas ciências biológicas / biomédicas básicas. Os ebooks da Biblioteca Digital Colloquium, trazem uma visão geral introdutória de um importante tópico de pesquisa biomédica, escrito por um especialista que é referência na área. O conteúdo destina-se a estudantes e pesquisadores iniciantes e, portanto, são escritos em um nível extremamente acessível a todos.

As obras são ilustradas com figuras facilmente exportáveis e possuem listas de referência com hiperlinks, tornando-os especialmente úteis como materiais de ensino para cursos de graduação e pós-graduação. Esperamos que esses recursos educacionais economizem tempo e ajudem os pesquisadores a explorar novas áreas, preencher lacunas em seus treinamentos e manter-se atualizados em uma variedade de campos de conhecimento.

Lista com as palestras Colloquium – são mais de 150 palestras em 14 áreas diferentes: http://www.morganclaypool.com/page/browseCbS

A Morgan & Claypool é uma editora independente de ebooks digitais que atende às comunidades de pesquisa de Engenharia, Ciência da Computação, Ciências da Vida e Física.


PressReader na USP – acesso aberto até 30 de setembro

PressReader é um aplicativo que disponibiliza o conteúdo total de cerca de 6.500 jornais e revistas (magazines) de 100 países em 60 idiomas diferentes. Com ele é possível filtrar publicações por país, idioma, favoritos ou recentemente atualizados. Pode ser acessado por PC, Laptop, Tablet e Smartphone.
A interface do PressReader é simples e organizada para facilitar a leitura. Com poucos cliques você tem acesso às suas publicações favoritas e pode visualizar as principais manchetes nacionais e internacionais, folhear páginas como se fossem um jornal físico, pode aproximar as páginas para melhor leitura, compartilhar suas leituras com outras pessoas por e-mail, Facebook e/ou Twitter. Algumas publicações trazem recurso de áudio para que você ouça as matérias.
Destacam-se os jornais nacionais: Folha de São Paulo O Estado de São Paulo. A coleção retrospectiva dos jornais é sempre a dos últimos três (3) meses.


Instruções para os usuários
Instruções de configuração para acessar o PressReader via biblioteca
1. Conecte seu smartphone ou tablet à rede Wi-Fi autenticada.
2. Baixe o PressReader da loja de aplicativos ou vá para http://www.pressreader.com
3. Inicie o PressReader, selecione um título específico e aproveite a leitura.
Para computadores da USP com IP autorizado, o acesso é direto pelo website: https://www.pressreader.com/ Trial até 30 de setembro de 2017.
Dúvidas? Envie mensagem para atendimento@sibi.usp.br

Revistas da USP integram o Emerging Sources Citation Index da Web of Science

O Programa de Apoio às Publicações Científicas Periódicas da USP, vinculado ao Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBiUSP), promove ações que estimulam o aperfeiçoamento, a preservação e a profissionalização das publicações científicas periódicas editadas oficialmente por unidades, órgãos de integração e órgãos complementares da Universidade de São Paulo. Por meio da Comissão de Credenciamento do Programa, mantêm o apoio técnico e financeiro para que as Revistas USP alcancem a excelência científica e o reconhecimento nacional e internacional. Todas as revistas editadas pela USP e credenciadas pelo Programa estão disponíveis no Portal de Revistas da USPque garante o acesso aberto a textos completos de 170 títulos.

Atualmente, treze revistas editadas pela USP estão indexadas nas bases de dados emblemáticas da Web of Science, conforme apresentado na Tabela abaixo. Agora, seis revistas editadas pela USP foram adicionadas ao Emerging Sources Citation Index (ESCI), a mais nova base de dados da Web of Science. No total, são 19 revistas USP indexadas na Web of Science. 

Emerging Sources Citation Index (ESCI) foi lançado no final de 2015 pela Clarivate Analytics (anteriormente Thomson Reuters) destinado a reunir as revistas submetidas à avaliação para inclusão nas chamadas base de dados emblemáticas da Web of Science (Science Citation Index Expanded, Social Sciences Citation Index, Arts & Humanities Citation Index). Hoje, o ESCI reúne um conjunto de mais de 6.000 revistas de todas as áreas de conhecimento.

Todas as revistas submetidas para indexação na Web of Science são avaliadas inicialmente para o ESCI e, caso cumpram os requisitos, são incluídas posteriormente em seus índices principais. As revistas que integram o ESCI somente são aceitas após rigoroso processo de análise e seleção, cujos critérios incluem o fato de serem revistas revisadas por pares, seguirem práticas éticas de publicação, atenderem a requisitos técnicos, possuírem informações bibliográficas em inglês e forem recomendadas ou solicitadas pelo público acadêmico/científico de usuários da Base Web of Science. As revistas indexadas no ESCI podem optar por não ser consideradas para uma avaliação posterior, caso seus editores acreditem que precisam aprimorar o perfil de citação da revista antes da avaliação para os índices emblemáticos. Do mesmo modo, pode ser que revistas integrantes dos principais índices da Web of Science passem para o ESCI, caso a avaliação revele que não reúnem mais as todas as condições de cobertura desses índices. Confira a lista de Revistas da USP integrantes do ESCI.

Você sabia que pode consultar o conteúdo do Portal de Periódicos de qualquer lugar?

                               

Além do endereço eletrônico www.periodicos.capes.gov.br, a biblioteca virtual da CAPES conta com o aplicativo .periodicos., que permite o acesso por meio de smartphones e tablets. O recurso está disponível para IOS e Android, nas categorias Referência e Educação. 

No ar desde 2014, a plataforma móvel proporciona à comunidade acadêmica brasileira a realização de buscas rápidas por assunto, periódico, base e livro, todos com a funcionalidade de auto-preenchimento.

Desenvolvido em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), o aplicativo permite o acesso remoto via Comunidade Acadêmica Federada (CAFe).

A ferramenta é uma ótima opção para o usuário realizar buscas em mais de 38 mil periódicos, 11 bases de patentes, 134 bases referenciais, mais de 280 mil e-books, enciclopédias, dicionários, teses, dissertações, bases de dados estatísticos normas técnicas, redes de e-prints, entre outros conteúdos.

É possível ainda entrar em websites referenciados pelos resultados de busca, além de ler e exportar os artigos em formato PDF.

São inúmeras possibilidades de pesquisa dentro do universo científico oferecido de forma rápida e prática.



Acervo do Portal de Periódicos inclui plataformas de Geologia

Entre os conteúdos da área estão a base de dados GeoScience World e os periódicos da Lyell Collection e da American Geophysical Union

Geologia é a ciência que estuda a origem, a história, a vida e a estrutura da Terra. Seguindo essa premissa, a área capta inúmeros desdobramentos, como infraestrutura, planejamento urbano, gestão ambiental e áreas técnicas específicas. O Portal de Periódicos viabiliza para a comunidade acadêmica brasileira a pesquisa e o aprofundamento de conhecimentos em cada categoria que envolve o segmento. O Brasil tem, de acordo com o Sistema de Informações Georreferenciadas da CAPES (GEOCAPES), 55 programas de pós-graduação voltados para as Geociências. A informação contempla cursos que incluem Geologia, Geofísica, Geoquímica, Clima e Ambiente, Recursos Hídricos, Ciências Geodésicas, Tecnologias da Geoinformação, entre outras categorias ligadas ao campo de atuação. Ter à disposição um amplo referencial bibliográfico é indispensável para pesquisadores  e para estudantes que buscam a especialização nesse âmbito. Pelo Portal de Periódicos, algumas  das opções são os conteúdos listados a seguir:

GeoScience World (GSW)
A base de dados GSW oferece pesquisa em artigos em textos completos e revisados por pares de mais de 40 periódicos de alto fator de impacto publicados por sociedades geocientíficas do mundo além de referências e resumos. É possível pesquisar, recuperar e baixar o texto  completo dos artigos. A coleção é atualizada continuamente com as edições mais recentes de cada publicação. Alguns periódicos de destaque são "Geology", "Journal of Sedimentary Research",  "PALAIOS" e "Petroleum Geoscience". O acesso ao conteúdo pode ser realizado pelas opções Buscar base ou Buscar periódico.

Geological Society of London (GSL) / Lyell Collection
Lançada em 2007 para comemorar os 200 anos  da Sociedade Geológica de Londres (Geological Society of London), a Coleção Lyell é composta  por mais de 10 títulos de revistas científicas da  sociedade e publicações especiais, além de periódicos publicados em nome de outras
sociedades. A coleção recebeu esse nome em homenagem a Charles Lyell, geólogo do século XIX cujo trabalho resultou na obra "Princípios da Geologia" e no estabelecimento  do princípio do uniformitarianismo. O acesso ao conteúdo deve ser feito por meio da opção Buscar base.

American Geophysical Union (AGU)
A AGU é uma sociedade mundial de Ciências  da Terra e do Espaço. Seu acervo conta com  um catálogo de mais de 600 livros eletrônicos.  Os e-books da AGU cobrem o espectro da  exploração espacial, do estudo do interior profundo da Terra e da atmosfera, assim como as causas das mudanças climáticas. Os e-books apresentam trabalhos de pesquisa importantes de cientistas de todo o mundo. Cada livro passa  por um processo de revisão por especialistas, com ênfase no rigor científico e na qualidade.  Para acessar as publicações, é preciso entrar na opção Buscar livro e selecionar o editor Wiley Online Library ou digitar o título da obra.