06 janeiro 2026

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Acesso Aberto Diamante: promovendo o conhecimento como um bem público

O acesso ao conhecimento científico continua sendo um dos maiores desafios para alcançar a equidade na educação, pesquisa, inovação e desenvolvimento global. Barreiras sistêmicas e financeiras impedem que inúmeros pesquisadores e comunidades participem plenamente do progresso científico e se beneficiem dele. Para enfrentar esses desafios, são necessárias abordagens transformadoras que tornem a ciência acessível a todos – não como um privilégio, mas como um direito universal. O Acesso Aberto Diamond (Diamond OA) é um modelo de publicação acadêmica não comercial e impulsionado pela comunidade, que elimina as barreiras financeiras para autores e leitores. No âmbito do Acesso Aberto Diamante, as publicações são acessíveis gratuitamente online, sem taxas de assinatura para leitores nem taxas de processamento de artigos (APCs) para autores.   Saiba mais.   Fonte: ABCD-USP – 06/01/26

Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto implanta laboratório para destinação de resíduos nucleares

O líquido de cintilação é uma solução usada em pesquisas científicas e na medicina nuclear, composta de um solvente orgânico e radioisótopos [átomos instáveis de um elemento]. Sua função é emitir luz quando entra em contato com radiação. Esse processo pode ser utilizado, por exemplo, em técnicas de dosagem de hormônios, principalmente esteroides, como o cortisol. Mas há um efeito colateral: o uso desse líquido gera resíduos com elementos radioativos, que precisam de tratamento especial para não oferecer riscos ao meio ambiente e à saúde. A Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFRP) de Ribeirão Preto da USP inaugurou um laboratório dedicado ao tratamento desses resíduos. É a primeira unidade no País com espaço exclusivo para lidar com materiais radioativos, onde as misturas de solventes e radioisótopos passam por processos de destilação e purificação para terem um destino seguro. Fazem parte desse projeto as professoras Priscyla Daniely Marcato Gaspari, presidente do Comitê Gestor da CGRQ-Multi e da Comissão de Gerenciamento de Produtos e Resíduos Químicos, e Rose Mary Zumstein Naal, vice-presidente. O projeto conta ainda com o apoio dos especialistas em proteção radiológica Gilberto Ribeiro Furlan e Glauco A. Tavares, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA-USP).   Saiba mais.   Fonte: Jornal da USP – 05/01/26

05 janeiro 2026

Pós-graduandos, docentes, pós-doutorandos e coordenadores de programas de pós-graduação têm até o dia 26 de fevereiro para preencher os formulários da primeira edição do Censo da Pós-Graduação. O levantamento inédito, realizado pela CAPES/MEC, fornecerá informações e indicadores para auxiliar no planejamento e gestão das políticas públicas educacionais. O preenchimento é individual e obrigatório, e precisa ser feito pelo titular do dado diretamente na Plataforma Sucupira. Devem responder apenas os pós-graduandos matriculados, docentes, pesquisadores em estágio pós-doutoral e coordenadores de programas de pós-graduação (PPG) com vínculo ativo no sistema da CAPES. A agência produziu um tutorial para auxiliar o público que responderá o censo. O material está disponível em: Censo da Pós-Graduação stricto sensu — CAPES.   Saiba mais.   Fonte: CAPES – 05/01/26