Já é possível perceber mudanças importantes na atual disputa pelo domínio da inteligência artificial, e o que se nota é o predomínio de poucas empresas que apresentam desenvoltura e competência para se manter na dianteira. Está também evidente que essas empresas – Nvidia, OpenAI, Google, Anthropic, Microsoft, DeepSeek, Tencent, Huawei – são ou estadunidenses ou chinesas. Pouco se fala da Europa ou de outros países asiáticos nessa vanguarda. Essas empresas estão nas áreas de ponta, como produção de chips com capacidades gigantescas de processamento ou de modelos e de software para que se possa usar a IA. Se surgirem novas empresas, certamente serão dos mesmos países – Estados Unidos ou China. Isto por que é uma atividade que demanda profissionais que hoje não estão sendo formados nem no nível e nem com a habilidade necessária em outros países. A carência de profissionais com formação especializada é uma das razões pelas quais o Brasil não pode avançar neste segmento como um desenvolvedor na linha das empresas acima mencionadas. Mas temos que tomar muito cuidado, por que a carência de profissionais também poderá nos impedir de nos tornarmos grandes usuários de IA. Saiba mais. Fonte: Jornal da USP
– 23/07/26