Em janeiro de 2026, a Nature publicou um estudo dos mais
abrangentes e robustos sobre a influência da inteligência artificial (IA) na
produção de ciência. Pesquisadores da Universidade de Tsinghua, na China, e da
Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, analisaram 41,3 milhões de artigos
científicos publicados entre 1980 e 2025 em seis grandes áreas das ciências
naturais: biologia, ciências dos materiais, física, geologia, medicina e
química. Os resultados são positivos para quem adota IA em seus estudos:
pesquisadores desse grupo publicam, em média, três vezes mais artigos e recebem
quase cinco vezes mais citações do que os demais. A prática também acelera a
carreira dos cientistas, que assumem a liderança de projetos mais cedo. A
conclusão mais simplória é a de que a IA torna os cientistas mais produtivos,
mais visíveis e mais influentes. Saiba mais. Fonte: Pesquisa FAPESP – set.
2026
