01 setembro 2026

Governar a inteligência artificial: o que estamos tentando preservar?

A inteligência artificial generativa, ou IAGen, já faz parte da vida universitária. Ela ajuda a escrever e revisar textos, traduz, resume documentos, sugere referências, auxilia na programação, organiza informações, responde perguntas e começa a ser incorporada a atividades de ensino, pesquisa, gestão e atendimento. Sua presença deixou de ser uma hipótese sobre o futuro para se tornar uma questão cotidiana. Diante disso, cresce também a preocupação com sua governança. Fala-se em transparência, privacidade, supervisão humana, responsabilidade, segurança, explicabilidade e rastreabilidade. São princípios necessários. Mas talvez estejamos avançando para a lista de soluções sem formular uma pergunta anterior: quando falamos em governança da inteligência artificial, o que exatamente estamos tentando preservar?   
Saiba mais.   Fonte: Jornal da USP – 01/09/26