A inteligência artificial generativa, ou IAGen, já faz
parte da vida universitária. Ela ajuda a escrever e revisar textos, traduz,
resume documentos, sugere referências, auxilia na programação, organiza
informações, responde perguntas e começa a ser incorporada a atividades de
ensino, pesquisa, gestão e atendimento. Sua presença deixou de ser uma hipótese
sobre o futuro para se tornar uma questão cotidiana. Diante disso, cresce também
a preocupação com sua governança. Fala-se em transparência, privacidade,
supervisão humana, responsabilidade, segurança, explicabilidade e
rastreabilidade. São princípios necessários. Mas talvez estejamos avançando
para a lista de soluções sem formular uma pergunta anterior: quando falamos em
governança da inteligência artificial, o que exatamente estamos tentando
preservar?
Saiba mais. Fonte: Jornal da USP – 01/09/26