Desenvolvido por duas ferramentas, o aplicativo é capaz de projetar, na tela dos dispositivos móveis, imagens tridimensionais de compostos orgânicos, permitindo a interação manual do usuário com as moléculas virtuais. O app é voltado, principalmente, para os estudantes de escola pública e, segundo Cibele, “ele vai permitir que o aluno desenvolva o seu conhecimento de forma autônoma, investigativa e seja protagonista do seu aprendizado”.
Para criar o aplicativo, Cibele contou com a pesquisa da professora Márcia Andreia Mesquita Silva da Veiga da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão Preto. Neste episódio do Momento Tecnologia elas explicam sobre o funcionamento e a aplicação do Isomeriar em salas de aula. Saiba mais. Fonte: Jornal da USP - 10/10/22




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