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Mestrado e doutorado não poderão ter aulas gravadas; entenda o que muda
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) deve divulgar na próxima semana uma nova portaria regulamentando o ensino híbrido na pós-graduação no País. A nova norma vai proibir aulas assíncronas em mestrado e doutorado, ou seja, aquelas que são gravadas e assistidas pelos alunos em qualquer horário. “O Brasil não pode continuar vendendo diploma. Ministrar um curso com aulas gravadas sem nenhum professor acompanhar, sem que haja nenhum tipo de interação síncrona”, afirmou a presidente da CAPES, Denise Pires de Carvalho, referindo-se ao que ocorre frequentemente na graduação no País. “Na pós-graduação, é mais difícil ainda, porque você precisa de um produto final, original, e é muito difícil com um estudante sozinho assistindo aulas.” A regra vai permitir, no entanto, que haja ensino híbrido no modelo presencial, com aulas síncronas, com interação com o professor ou orientador - feitas por ferramentas como Google Meet, Zoom etc. Essas aulas poderão ser contadas como créditos da pós-graduação. Já as assíncronas, não. “O professor pode até gravar e disponibilizar para o aluno assistir quantas vezes quiser, mas não pode contar para a carga horária”, explica Denise. Segundo ela, a portaria não vai determinar a quantidade de aulas que podem ser feitas por meio de tecnologia. Para Denise, programas de pós híbridos, com aulas síncronas, devem ser uma tendência cada vez maior no País com a popularização das ferramentas tecnológicas, o que não é um problema “principalmente naqueles que não têm muito trabalho de campo experimental”.
Fonte: Estadão – 05/12/24
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