10 março 2021
CNPq lança 18ª edição do Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica
CAPES vai padronizar mobilidades acadêmicas internacionais
Suspensas até setembro por
causa da pandemia, as mobilidades acadêmicas internacionais terão
procedimentos uniformizados. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de
Nível Superior (CAPES) estuda estabelecer dois momentos de
partidas, março e setembro, e só operar com duas moedas: euro, para
os países europeus que a adotam, e dólar, para o restante.
“Padronizaremos também os
pagamentos, como o auxílio para instalação. O objetivo é ter um controle mais
eficiente desse processo. Assim, poderemos ter uma melhor gestão do
fluxo no que diz respeito ao início da atividade”, explicou Benedito Aguiar,
presidente da CAPES. As ideias foram expostas na 203ª reunião
do Conselho Técnico e Científico da Educação Superior (CTC-ES), por videoconferência, nesta terça-feira, 9
de março.
Ao mesmo tempo, a CAPES
acompanha o cronograma de vacinação de países parceiros para saber quando será
possível retomar as viagens. Por enquanto, a previsão é setembro, mas a
pandemia pode alterar as datas e levar à publicação de novas portarias. “A
questão humanitária sempre será considerada pela CAPES”, ressaltou Aguiar.
O CTC-ES é um colegiado formado por diretores da CAPES e representantes de
cada uma das grandes áreas do conhecimento e de associações de relevância para
a pós-graduação brasileira. Fonte: CCS/CAPES – 10/03/21
Na 13ª posição, USP é a melhor brasileira entre os países emergentes
Classificada na 13ª posição, a USP
continua sendo a universidade brasileira mais bem colocada no ranking das Universidades das Economias Emergentes, divulgado hoje, dia 9 de março, pela consultoria britânica de
educação superior Times Higher Education (THE), que classificou as 606 melhores
instituições de 48 países considerados emergentes. A USP subiu uma posição em
relação à edição do ano passado.
As universidades chinesas dominaram o ranking, com sete
instituições entre as dez melhores. As primeiras posições ficaram com a
Universidade de Tsinghua (1ª colocada), Universidade de Beijing (2ª) e
Universidade de Zhejiang (3ª).
Ao todo, 52 universidades brasileiras entraram na classificação.
Além da USP, as mais bem colocadas foram a Universidade Estadual de Campinas
(Unicamp), na 48ª posição; e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de
Janeiro (PUC-RJ), na 84ª.
O Emerging Economies Rankings 2021 confirma a posição de liderança
da USP na América Latina. Além das universidades brasileiras, foram avaliadas
instituições do México, Chile, Colômbia e Peru, e as mais bem classificadas
foram: a Pontifícia Universidade Católica do Chile (Chile), na 53ª posição; a
Universidade do Desarollo e a Universidade Diego Portales (Chile), empatadas na
90ª posição; e a Pontificia Universidad Javeriana (Colômbia), na 94ª.
A classificação utiliza os mesmos 13 indicadores de desempenho
do ranking mundial do THE, porém adaptados para refletir as características e
as prioridades de desenvolvimento das universidades dos países do bloco. Os
indicadores são agrupados em cinco categorias: ambiente de ensino, inovação,
internacionalização, pesquisa (volume, investimento e reputação) e citações
(influência da pesquisa). Saiba mais. Fonte: Jornal da USP - 09/03/21
Leia também: 13 cursos da USP estão entre os 50 melhores do mundo
Projeto analisa a eficiência da Universidade em sua base administrativa
09 março 2021
CNPq abre inscrições para o 41º Prêmio José Reis de Divulgação Científica
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
(CNPq) abriu as inscrições para o 41º Prêmio José Reis de Divulgação Científica
e Tecnológica, um dos principais reconhecimentos a profissionais e instituições
que contribuem para a divulgação da ciência brasileira.
Este ano, a edição contempla a categoria
“Instituição e Veículo de Comunicação”, volta a veículos de comunicação
coletiva e instituições de ensino e/ou pesquisa, centros e museus de ciência e
tecnologia, órgãos governamentais, culturais, organizações não governamentais e
empresas públicas ou privadas. O objetivo é premiar o trabalho de tornar
acessível ao público o conhecimento sobre Ciência, Tecnologia, Inovação e seus
avanços. As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de junho de
2021.
Para participar, o candidato deve
encaminhar, pelo correio, a ficha de inscrição preenchida, disponível no site
do Prêmio (http://premios.cnpq.br/web/pjr), currículo
atualizado em 2021 na Plataforma Lattes (http://lattes.cnpq.br),
justificativa que evidencie significativa contribuição à divulgação e
popularização científica, tecnológica, inovação e seus avanços; e trabalhos que
comprovem sua atuação.
O vencedor ganha um troféu, diploma e
passagens para participar da Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o
Progresso da Ciência (SBPC), no Mês Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovação
(MNCTI), em outubro de 2021. Informações completas no regulamento do prêmio. Fonte: Jornal da Ciência - 09/03/21
Consumo excessivo de informações na internet pode impedir a captação de conteúdos de qualidade
João Flávio de Almeida diz que o grande conteúdo
de informações rasas e infantilizadas pode produzir uma situação de estafa
mental, levando a uma não captação dos conteúdos realmente interessantes e
relevantes
O consumo excessivo de informações e,
ainda, de baixa qualidade, disponíveis na internet, nas redes sociais e na
televisão – com ampla gama de programas para todos os tipos de públicos – pode
ter efeitos mentais, e até físicos, negativos. Foi o que aconteceu com a
estudante de engenharia agronômica Stefania Fernandes, de 22 anos. A estudante
diz ter sido tomada pelo “cansaço mental e emocional, procrastinação e, como
consequência direta, perda de qualidade de vida”. Mas o entendimento da
situação veio da própria internet, quando Stefania se deparou com o termo
“obesidade mental”.
08 março 2021
15 de abril de 2021 – novo prazo para os empréstimos
eBook "Sob a lente da ciência aberta: olhares de Portugal, Espanha e Brasil"
A isso soma-se a crescente preocupação do envolvimento da sociedade e dos desafios globais que enfrentamos, tão tristemente espelhados na pandemia, a qual, em simultâneo, constitui uma oportunidade única para demonstrar o poder acelerador da Ciência Aberta na procura de soluções, quando a via de resolução se dá à escala global de um modo intensamente partilhado. Neste sentido, para responder aos desafios que a humanidade enfrenta, desafios globais, complexos e cheios de incerteza, há que assumir que a ciência nos pode ajudar a encontrar as soluções. Para isso há que mudar a forma de entender a geração do conhecimento. A ciência aberta oferece-nos caminhos para o fazer, abrindo processos de colaboração com distintas comunidades e partilhando dados e recursos.
A obra que apresentamos não esgota de modo algum o tema da Ciência Aberta, visa tão somente apresentar algumas visões de Portugal, Espanha e Brasil sobre este objeto complexo e multifacetado e se encontra em processo de reconfiguração. Constituída por dezoito capítulos pretende fazer-nos refletir sobre esta forma de fazer ciência que convoca interlocutores variados, sendo cada um de nós, nos distintos papéis que vamos assumindo, como cidadãos, como leitores, como autores, como avaliados ou como avaliadores, uma parte profundamente interessada neste processo dialógico que a Ciência Aberta convoca."
E-Book "Sob a lente da ciência aberta: olhares de Portugal, Espanha e Brasil (Conferências e debates interdisciplinares)" (2021) está disponível em acesso aberto em texto completo, obra organizada por Maria Manuel Borges e Elias Sanz Casado. Acesse em: bit.do/fPpmj.
Cronograma define prazos de avaliação da pós-graduação
Na primeira fase, os Programas preenchem o Coleta com suas informações de desempenho, referentes aos anos que serão avaliados. O prazo vai até 23 de abril e os pró-reitores deverão homologá-los até dia 30 do mesmo mês. Em seguida, os programas devem apresentar suas produções mais relevantes no módulo Destaque, conforme orientações de suas áreas de avaliação.
A próxima etapa ficará a cargo das áreas de avaliação, que organizarão os itens a serem avaliados pelas comissões, dividindo-os em três grupos. O Grupo A, trabalhará com itens qualitativos da ficha da avaliação, como programas e impacto na sociedade – que não dependem da classificação da produção e geração e análise de indicadores. Essa parte deve ser concluída até 31/8. No Grupo B, até 16/7, serão classificadas as produções intelectuais dos PPGs. Por fim, o Grupo C, usará indicadores para subsidiar o processo avaliativo. Esse deverá ser executado entre 19/7 e 10/9.
Avaliação
As comissões farão a análise global dos programas baseadas nos trabalhos preparatórios. Para preenchimento da Ficha de Avaliação atribuirão notas de 1 a 7, considerando Programas, Formação e Impacto na Sociedade. Essa etapa acontece de 13/9 a 8/10. As relatorias terão de 11/10 a 19/11 para deliberarem sobre o processo.
O resultado da Avaliação, está previsto para ser divulgado entre 22/11 e 3/12. Em seguida, no dia 6 terá início o período de reconsideração, quando os programas de pós-graduação poderão recorrer dos resultados, até dia 24 do mesmo mês. Em janeiro de 2022, as áreas de avaliação farão a análise desses pedidos, entre os dias 17 e 28.
Por fim, o Conselho Técnico-Científico da Educação Superior (CTC-ES) vai deliberar entre 31 de janeiro e 18 de fevereiro, para que o resultado final seja divulgado entre 21 de fevereiro e 4 de março de 2022. Fonte: CCS/CAPES - 08/03/21
05 março 2021
Em busca de métricas mais refinadas
Novos indicadores procuram desvendar tendências e
estabelecer comparações mais precisas ao avaliar dados quantitativos de
produção científica
Um deles é o Field-Weighted Citation Index (FWCI), que avalia as citações de um artigo, comparando-as com as de outros papers com palavras-chave semelhantes e da mesma idade. O índice pondera o quanto esse trabalho foi mais ou menos citado em comparação com a média dos congêneres. Se o resultado for igual a 1, significa que está exatamente na média – se for superior, sua repercussão é maior. A vantagem da metodologia é que ela permite comparar estudos de qualquer área do conhecimento, ponderando sua posição em relação aos do mesmo assunto. Outros indicadores de impacto científico não permitem esse tipo de analogia, porque cada disciplina tem práticas de publicação peculiares e comunidades de tamanhos distintos, que influenciam a intensidade com que suas pesquisas são citadas sem que isso represente uma diferença de impacto e visibilidade. Saiba mais. Fonte: Pesquisa FAPESP - mar. 2021
Como sobreviver ao veneno das revistas predatórias
04 março 2021
Entidades lançam hoje campanha ‘Vacina Salva’
A proposta da campanha é gerar
conscientização sobre a importância da vacinação, sobretudo no cenário da
pandemia da covid-19, evidenciando o papel da vacina na erradicação de doenças
e na saúde coletiva.
O presidente nacional da Abap, Mario D’Andrea, conta que as peças publicitárias fazem uma defesa da vacinação em massa para combater a covid-19 e serão veiculadas na internet, TVs e rádios de todo país. O enxoval conta com um filme de 1 minuto e 30 segundos, spots de rádio e placas de rua (OOH). Segundo ele, a Abap, como uma das entidades mais importantes da comunicação brasileira, tem como missão fundamental combater as fakes news. Saiba mais. Fonte: Jornal da Ciência - 04/03/21
Leia também: Quais vacinas o Brasil tem hoje e quais podem chegar?
Vacinas x mutações: como fica a eficácia quando o vírus muda
Orquestra Sinfônica da USP apresenta seu primeiro festival on-line
Campi da USP entram em fase de restrição máxima devido ao agravamento da pandemia no Estado
De acordo com o documento, “considerando a situação epidemiológica do Estado de São Paulo, a fase crítica de oferta de assistência do sistema de saúde (público e privado) e a decisão do Centro de Contingência do Estado de colocar todos os Departamentos Regionais de Saúde (DRS) na fase vermelha, o GT PRAA comunica o retorno imediato do Plano USP para a fase de máxima restrição (Fase A)”.
Isso significa que os campi voltam a ter restrição rigorosa de acesso e não serão permitidas atividades que possam resultar em aglomeração, mesmo em ambiente aberto.
As atividades presenciais nos campi também estão suspensas. Bibliotecas, restaurantes, centros esportivos, centros culturais, auditórios, salas de aula, salas de pós-graduandos, salas de pós-doutorandos e quaisquer outros ambientes internos com potencial de aglomeração devem permanecer fechados. A determinação valerá até o dia 26 de março de 2021, quando o grupo de trabalho emitirá um novo comunicado. Saiba mais. Fonte: Jornal da USP - 03/03/21
A língua das universidades: laboratório da USP prepara alunos para a escrita acadêmica
Na escalada do conhecimento,
muitas vezes, apenas no final da graduação, alunas e alunos se dão conta:
escrever para a academia é uma habilidade que não dominam. As variedades de
publicação são inúmeras. Mas, junto das oportunidades de divulgação das
pesquisas, habitam também os desafios que cada área e tipo de público exigem.
Embora a escrita acadêmica seja permeada por certos códigos
linguísticos, o ingresso ao ensino superior amplificou uma deficiência que
estudantes já trazem desde o ensino médio. Na língua materna, a experiência de
escrita ficava restrita aos gêneros textuais mais comuns aos sistemas de
avaliação e vestibulares. Já na língua estrangeira, o ensino de um segundo
idioma no Brasil nunca esteve focado em uma escrita adequada.
A constatação é do Laboratório
de Letramento Acadêmico da USP. Ligado
ao Departamento de Letras Modernas, o LLAC foi fundado em 2011 pelas
professoras Marília Mendes Ferreira e Eliane G. Lousada, das áreas de inglês e
francês da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, em
São Paulo. O objetivo do laboratório é contribuir para o letramento acadêmico
de graduandos e pós-graduandos por meio de um sistema de tutoria baseado em feedback.
Fonte: Jornal da USP - 03/03/21




















